Siga-nos nas redes sociais

6ª Temporada

The Walking Dead S06E05: Ross Marquand fala sobre a culpa de Aaron e a jornada pelo esgoto

Ávila Souza

Publicado há

em

Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quinto episódio, S06E05 – Now, da sexta temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Aaron adorava mostrar fotos de Alexandria para recrutas em potencial. Mas quando ele perdeu sua mochila e essas fotos caíram nas mãos dos Lobos, os resultados foram desastrosos. A culpa de Aaron pelo massacre de seus colegas de Alexandria fez com que ele entrasse no esgoto para ajudar Maggie nos esforços de encontrar Glenn e os outros. O plano não deu certo, mas mostrou um homem pronto para entrar em ação em frente a qualquer adversidade.

Nós também vimos um homem pronto para apoiar Rick no início de uma crise na cidade depois de sua abordagem agressiva para livrar a área dos zumbis. O ator Ross Marquand falou sobre os grandes momentos de Aaron, e, naturalmente, sobre o sombrio destino de Glenn.

Vamos começar com o grande discurso que Aaron fez no início do episódio quando a cidade se reuniu perto dos muros, e quero falar sobre a primeira metade do discurso. Na primeira metade você fala sobre a horda na pedreira e como “O plano de Rick impediu que isso acontecesse. Ele levou embora metade deles”. Existem muitas dúvidas entre as pessoas de Alexandria, sobre Rick. Por que é importante que Aaron fique do lado dele?

Ross Marquand: Estamos enfrentando a devastação da cidade inteira e pensando “Oh, bem, isso foi completamente errado.” Especialmente para as pessoas de Alexandria que não saíram daquelas paredes e não fizeram parte do plano – eles com certeza ficaram com as dúvidas iniciais de Carter ecoando em seus pensamentos que eram “Existe outra forma de fazermos isso? Parece bem arriscado tentar mover literalmente milhares de zumbis e tentar criar essa marcha da morte bem ao lado da nossa cidade.” Ele está tentando mostrar as outras pessoas que mesmo que o plano não tenha saído como planejado, e que embora haja ameaças do lado de fora e tudo pareça sem esperança, poderia ter sido bem pior se não tivessem realizado o plano. E era apenas uma questão de tempo antes disso chegar à nossa porta.

the-walking-dead-s06e05-ross-marquand-aaron-001

Agora falemos da segunda metade onde Aaron fala sobre ter perdido sua mochila e as fotos que levaram os Lobos à Alexandria. Aaron assume a responsabilidade quando fala “Essas pessoas que nos atacaram chegaram até aqui por minha causa”. O quanto Aaron se culpa pelo que aconteceu?

Ross Marquand: Ele põe toda a culpa em si. E como espectador eu discordo desse sentimento porque seria muito difícil para os Lobos olharem para aquelas fotos, especialmente por não terem ninguém nelas e por não haver qualquer direcionamento na mochila, e dizer “Ah, sim, eu sei onde fica esse lugar!” Mas colocando o preto no branco, eles já deveriam ter passado por esse local antes ou construíram a ideia de que aquele era claramente um lugar que eles queriam tomar.

E seja por eles terem seguido Aaron, Morgan e Daryl ou pelo simples fato deles terem visto esse lugar em suas viagens, eles decidiram agora, é claro, que tomaria esse lugar à força. Então ter reencontrado a mochila, embora seja uma frágil evidência que foi culpa dele, ele ainda se sente completamente culpado por isso e isso o abate. E é isso que motiva suas ações no restante do episódio.

Sim, vamos falar sobre isso porque claramente nós sabemos porque Maggie quer sair para encontrar Glenn. Por que Aaron insiste em ir com ela? Ele apenas está se sentindo inquieto sobre o que aconteceu e precisa fazer algo para melhorar a situação?

Ross Marquand: É uma inquietude movida por culpa e vergonha. Essa é a real motivação para ele seguir em frente, ele se sente responsável – não só pelas pessoas de Alexandria, mas pelo grupo de Rick também. Ele é a pessoa que os trouxe para ali no começo de tudo. Ele é responsável por eles. Ele não vai se sentir bem com qualquer coisa que tenha a ver com mortes ou destruição da cidade até que ele possa sair dali e fazer alguns reparos.

E a melhor maneira que ele encontra de fazer isso é quando ele acha a Maggie sentada no lago e percebe que ela vai sair e procurar o Glenn, por isso ele se oferece para ir com ela e diz, “Olha, eu quero ajudar, não vou ser uma pedra em seu caminho. Eu realmente quero sair e ajudar você.” E fica bem claro, a medida que o tempo passa, o quão arriscada essa ideia é.

the-walking-dead-s06e05-ross-marquand-aaron-002

Vamos falar sobre a cena do esgoto. Como foi filmá-la?

Ross Marquand: Nós temos a melhor equipe. Eles foram capazes de construir aquele esgoto enorme – era do tamanho de todo o estúdio. Eles basicamente fizeram um caminho só e foram dividindo em partes para que ficasse mais fácil de filmar e porque eles queriam garantir que haveria áreas onde você literalmente estivesse quase alagado, porque era assim que estava no roteiro.

Foi absolutamente nojento porque eles moeram barras de chocolate com aveia e lascas de tinta com clara e gema de ovo. Tudo parecia repugnante – só aquela mistura de sabe Deus o quê jogada ali. E foi perfeito porque no momento em que Lauren e eu pisamos ali fomos transportados para aquele mundo. Em momento algum durante as filmagens nós pensamos que não estávamos num bueiro de verdade. Assim que nós pisamos ali pensamos que era de verdade.

Foi tudo muito divertido. Foi um dos meus episódios favoritos de se filmar, de verdade. Foi bem intenso em algumas partes porque mesmo nós tendo esse sistema de esgoto daquele tamanho, também tinha partes afiadas e pontas dentadas, e também cantos estreitos para serem filmados.

Lembro que quando a gente estava fazendo aquela cena em que arrancamos a escada e ela cai para trás comigo, toda vez eu tinha que ensaiar como eu ia cair porque sempre havia uma ponta afiada onde eu estava. Por isso eu queria ter a consciência de que o dublê ficasse bem, e que eu não batesse minha cabeça. Eles acabaram usando o que puderam desse momento e então eles colocaram um dublê para cair de diferentes ângulos para que ele pudesse se jogar, o que foi ótimo.

E então você teve que lidar com os contorcidos zumbis do esgoto.

Ross Marquand: Os zumbis foram divertidos por que eles estavam vestindo uns trajes cobertos daquela sujeira, porque eles deveriam aparentar como se estivessem ali por alguns anos. E eles estavam horrendos naqueles corpos que estavam se despedaçando. Foi incrível ver a equipe de maquiagem fazer seu melhor, e eles estavam apavorantes na primeira vez que Lauren e eu os vimos.

Como é trabalhar com Lauren? Porque vocês não tiveram muitos momentos juntos na temporada passada.

Ross Marquand: Bem, ela e Sonequa, que interpreta a Sasha, foram as pessoas que primeiro vira Aaron na floresta no começo de tudo, por isso decidimos antes de filmar esse episódio que mesmo que eles não tivessem se encontrado muito em cena, eles tinham uma ligação forte e se tornaram bons amigos no decorrer de todo esse tempo. E achamos que isso seria uma boa maneira de pensar a história deles, que eles não eram completamente estranhos partindo para uma missão juntos.

Lauren e eu nos tornamos bons amigos no curso desse ano, e ela é uma das pessoas mais encantadoras e brincalhonas que já conheci. Ela é divertida de se trabalhar porque ela pode ser completamente séria quando tem um momento calmo para filmar, mas entre as gravações ela tem um senso de humor bem estranho e isso é adorável.

Não sei como falar isso para você, Ross, mas você foi limpar o nome de Nicholas da parede e isso pode ter sido uma coisa precipitada, senhor.

Ross Marquand: É, é sempre difícil quando você perde alguém na série, e Michael Traynor está além de um talentoso ator; ele é um dos caras mais adoráveis do planeta todo. Por isso foi bem difícil fazer aquela cena.

Como tem sido para você ver a reação de todos do lado de cá tentando saber se Glenn está vivo ou não?

Ross Marquand: Para mim, sou um fã e quero saber tanto quanto todo mundo. Entendo que as pessoas queiram saber mais e falem sobre isso, mas garanto a todos que logo mais todas as respostas serão reveladas.

Walkers - The Walking Dead _ Season 6, Episode 5 - Photo Credit: Gene Page/AMC

Qual foi sua reação quando você ouviu que o grande momento dessa temporada aconteceria em diferentes lugares com diferentes personagens?

Ross Marquand: Achei genial. Também achei que trabalhar a continuidade seria um pé no saco. [risos] Quando estávamos falando sobre isso no começo da temporada eu falei “isso é brilhante”. É maravilhoso poder brincar com o tempo assim, e amei como eles utilizaram o preto e branco no primeiro episódio também. Isso faz a história ainda mais brilhante. E como um espectador, minha percepção de tudo isso é, bem, se coisas assim se passam num dia então imagina o que se passa em uma semana. Imagine o que vai acontecer daqui a duas semanas, quando veremos a temporada seguir e você vai perceber o quão feia está a coisa para essas pessoas. Eu venho dizendo isso por meses, mas ainda acho que essa vai ser a temporada mais escura e mais intensa, e ainda assim, será a melhor.

Eu disse da outra vez que nos falamos que eu achava que Aaron estava com um fardo leve demais comparado com os outros personagens, e previ que seu namorado, Eric, morreria em algum ponto. Bem, já passamos de um terço da temporada agora e ele continua vivo!

Ross Marquand: Sim, ele está, e espero que continue assim. Sabe, essa é uma história de amor que muitos fãs pediram para ser mais abordada, e eu adoraria ver ela se desenvolver com o passar da temporada. Na verdade, de todas as pessoas de Alexandria, Aaron e Eric foram os que viram mais ação. Eles foram os que mais passaram tempo fora dos muros. Eles de fato lutaram contra incontáveis zumbis, e Aaron admite para Michonne, no episódio 5×11, que ele matou algumas pessoas também, embora se arrependa. Mas tentaram matá-lo e ele revidou. De todas as pessoas de Alexandria eles são os mais experientes em batalhas, e isso vai ser um grande ponto mais à frente.

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.


Fonte: Entertainment Weekly

Continue lendo
Publicidade
Comentários

6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

Publicado há

em

Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.

Continue lendo

6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

Publicado há

em

O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.


Fonte: Entertainment Weekly

Continue lendo

6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

Publicado há

em

Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.

Continue lendo

EM ALTA