The Walking Dead: Dead City | Atores falam sobre a 3ª temporada em coletiva na San Diego Comic-Con

The Walking Dead: Dead City | Atores falam sobre a 3ª temporada em coletiva na San Diego Comic-Con

Jeffrey Dean Morgan, Lauren Cohan, Aimee Garcia e Raúl Castillo participaram da coletiva de imprensa de The Walking Dead: Dead City na Comic-Con 2026.

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RESUMO

A 3ª temporada de The Walking Dead: Dead City foi um dos destaques da programação da AMC durante a San Diego Comic-Con 2026. Em meio às novidades sobre o futuro de Maggie, Negan e dos demais sobreviventes em Manhattan, o elenco e a equipe criativa da série participaram de uma coletiva de imprensa para conversar sobre os novos episódios e os caminhos que a história pretende seguir.

O The Walking Dead Brasil esteve presente na coletiva, realizada durante o evento em San Diego, a convite do AMC Brasil. Participaram da conversa Jeffrey Dean Morgan (Negan), Lauren Cohan (Maggie), Aimee Garcia (Renata), Raúl Castillo (Luis), além do produtor executivo Scott M. Gimple e do showrunner Seth Hoffman.

Durante a coletiva, o grupo falou sobre a evolução de Maggie e Negan, a construção da nova comunidade em Manhattan, os novos personagens introduzidos na 3ª temporada e os planos para o futuro do Universo The Walking Dead.

Jeffrey Dean Morgan também comentou a situação da família de Negan, enquanto os produtores revelaram que existem outros projetos em desenvolvimento para a franquia. Confira abaixo a coletiva de imprensa completa de The Walking Dead: Dead City na San Diego Comic-Con 2026.

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Jeffrey Dean Morgan, Lauren Cohan, Aimee Garcia, Raúl Castillo, Scott M. Gimple e Seth Hoffman na Coletiva de Imprensa da 3ª temporada de The Walking Dead: Dead City na San Diego Comic-Con 2026.

Coletiva de imprensa de The Walking Dead: Dead City na San Diego Comic-Con 2026

Do ponto de vista dos seus personagens: qual personagem da série original você gostaria de ver novamente?

Lauren Cohan: Vocês podem ir primeiro (apontando para Aimee e Raúl). Como vocês são novos no show, a pergunta pode ser melhor para vocês.

Aimee Garcia: Eu amo a Michonne. Gostaria de ser amiga dela. Aí, a Maggie, a Renata e ela poderiam ir tomar alguns drinks no bar do Negan.

Raúl Castillo: Acho que precisamos de força física, não precisamos? Precisamos do Daryl, é meio óbvio.

AG: Seria bom termos o Glenn também (risos).

Jeffrey Dean Morgan: Nunca conheci! (risos). Vou escolher Rick Grimes. Acho que o Negan e o Rick Grimes tinham mais em comum do que jamais descobriram, então, eu gostaria de ter uma conversa entre Negan e Rick para ver onde isso chegaria.

LC: Concordo porque, quanto mais vocês brigam, mais probabilidade vocês têm de ter coisas em comum.

JDM: Eles tinham muito em comum. E eu também amava trabalhar com ele.

LC: Também acho que seria muito legal se o Rick voltasse. Mas eu amei o episódio que fiz com a Melissa em que fomos na base de satélite. Ela é tão, tipo, completa. Ela é forte. É uma estrategista, é engraçada. E estou falando da Melissa e da Carol. E sim, isso seria… mas tem muitas opções!

JDM: É um elenco bem grande para escolher.

Scott M. Gimple na Coletiva de Imprensa da 3ª temporada de The Walking Dead: Dead City na San Diego Comic-Con 2026.

Scott, tenho uma pergunta para você. Além do que temos em Dead City e no ano que vem, com Daryl Dixon, temos outros planos para o futuro do Universo The Walking Dead que você possa dividir?

Scott M. Gimple: Não posso contar, mas existem planos. E sim, temos várias coisas de dois passos para frente, um passo para trás, um passo ao redor do quarteirão, um passo para o telhado, para a borda do telhado – onde você fica meio preocupado e, aí, você volta.

Estamos trabalhando em algumas coisas diferentes, mas o foco agora está nesse show, obviamente. Em levar a terceira temporada para as pessoas verem, e depois passar para a próxima temporada de Daryl Dixon em 2027. E temos muitas coisas legais, mas vamos ver o que vai acontecer. É por isso que não vou contar, porque elas podem acabar não acontecendo.

JDM: Obviamente, todos estamos sabendo de tudo. Então, estamos esperando que essas coisas aconteçam. Bom, vou falar claramente sobre o que o Scott está se referindo: esperamos que isso aconteça um dia, que todos estejamos de volta para fazer uma temporada juntos.

A terceira temporada tem a Maggie e o Negan trabalhando juntos para construir essa comunidade bem-sucedida em Manhattan. O que eles podem criar juntos que nenhum dos dois conseguiria criar sozinho?

LC: É engraçado, porque eu estava pensando sobre o original recentemente. Na primeira temporada de The Walking Dead, nós já nos sentíamos meio mortos por dentro, e não parece que o vírus começou exatamente ali.

Existe uma mensagem de que já estamos andando pelo mundo desconectados e meio mortos. E, se você consegue partilhar o pão com seu suposto inimigo, você pode começar a trazer vida de volta para o seu coração, a trazer uma nova perspectiva para o seu mundo… Acho que é isso que estamos fazendo agora, e o que esperamos fazer na próxima temporada: viver.

A Maggie está tão cansada de tentar achar uma cura, e da esperança de fazer isso. Acho que a mensagem de The Walking Dead é perceber que você pode andar pela vida sem estar conectado a ela. Estou me conectando aqui com pessoas que, para todos os efeitos, eu talvez não me conectaria. E o que pode sair disso? Acho que esse é o mundo que vamos explorar.

Não sei, acho que mudar é tão desconfortável e também tão brilhante. Sabe, de 2011 a 2026, estamos fazendo algo diferente. E você vai ter que assistir para descobrir o que é.

JDM: Eu acho que eles aprenderam que, provavelmente, são mais fortes juntos do que separados – e os dois personagens levaram bastante tempo para chegar a esta conclusão.

Neste ano, você vê o começo do trabalho deles juntos, não somente para si mesmos. Vê o trabalho para a melhoria do que está acontecendo no mundo. E eles vão melhorar o mundo porque são uma dupla formidável, só que chegar lá vai ser uma jornada. A gente vai ver essa jornada neste ano, o que é ótimo. Tanto atuar isso, quanto ver estes personagens percebendo isso.

A Lauren disse algo outro dia: além do Daryl e da Carol, esses dois personagens se conhecem há mais tempo do que quaisquer outros. Sempre estivemos em desacordo, ou tentando nos matar, ou algo assim. E esse é o primeiro ano em que eles dedicam o tempo necessário para ouvir um ao outro e para dar o próximo passo.

O que podemos fazer juntos é tão maior do que o que a Maggie pode fazer sozinha, ou que o Negan pode fazer sozinho. E essa é uma conclusão gigante, e algo legal que vamos poder interpretar e mergulhar agora.

Lauren Cohan na Coletiva de Imprensa da 3ª temporada de The Walking Dead: Dead City na San Diego Comic-Con 2026.

The Walking Dead Brasil: Nesta sala, temos novos personagens, mas também temos personagens que mudaram demais ao longo dos anos. Se vocês pudessem apontar o traço de personalidade favorito de seus personagens, e também o que menos gostam, quais traços escolheriam?

LC: Eu acho que a capacidade de mudar é um traço. Acho que vimos isso com o Hershel e a Maggie no final da segunda temporada. As distâncias que ele percorreu para tentar fazer a mãe abrir seu coração e abandonar toda a raiva… E não só porque ele estava vendo ela sofrer, mas também porque ele precisava acreditar que a vida vale a pena. E vocês sabem o quanto é difícil dizer “Ok, meu querido filho. Meu único trabalho é te proteger, mas eu vou deixar você ficar aqui e viver com essa mulher”? É uma ideia bem ruim, mas fazer isso abriu um céu completamente novo para a Maggie.

Fazer as pazes com o Negan, seguir em frente, conhecer os personagens da Aimee e do Raúl a fizeram entender que talvez não tenhamos terminado de tentar. Talvez, ainda existam razões para ter esperança. E eu acho que o meu personagem e o dele (apontando para JDM) mudaram para trabalhar juntos.

Negan é tão obscuro. Na primeira e na segunda temporada de Dead City, temos tanta escuridão no Negan e, agora, ele realmente decide dar o seu melhor para construir algo maior que si mesmo. E a gente se divertiu tanto essa temporada. Foi recompensador.

Fico realmente feliz por receber roteiros com oportunidades para que os personagens mudem, e por estes personagens serem tão dinâmicos que você sempre quer vê-los em novos cenários e sob novas influências.

Jeffrey Dean Morgan, Lauren Cohan, Aimee Garcia e Raúl Castillo na Coletiva de Imprensa da 3ª temporada de The Walking Dead: Dead City na San Diego Comic-Con 2026.

Essa pergunta é para Aimee e Raúl. O que deixou vocês mais animados ao se juntar a este show em New York?

RC: O elenco. Posso dizer que a Lauren e o Jeffrey foram anfitriões incríveis, e eles realmente moldam o ambiente. Como ator, você nunca sabe como será entrar em um ambiente que já foi preestabelecido, mas entramos em um lugar em que fomos imediatamente colocados em posição de poder entregar nosso melhor trabalho, e de nos sentirmos sempre empoderados por esses roteiros incríveis e esses personagens tão cheios de camadas.

Como profissional e latino, você sonha em ter oportunidades como essa. Os papéis são limitados e, às vezes, a humanidade nos personagens também é limitada. A Renata e o Luís foram tão belamente criados e apresentados pelos escritores que tivemos muito com o que trabalhar. E é uma alegria absoluta estar nesse set.

AG: Obviamente, sou uma grande fã destes dois (apontando para LC e JDM). Eles são tão talentosos que não somente criaram uma segunda e uma terceira temporada, mas um universo inteiro ao redor do mundo.

Há algo na morte e no apocalipse que faz com que todas as pessoas se sintam iguais. Realmente, o tema toca na perda das pessoas, e em como nos sentimos ao perder pessoas. Ter personagens tão multifacetados em uma só família… Acho que o que é realmente único sobre a família De León é que eles permaneceram juntos durante o apocalipse. Eles não se separaram, e ter ficado juntos é a sua força.

Para mim, trabalhar com esses dois foi um prazer. Eles foram excelentes capitães, e são excelentes atores. O conhecimento deles em TV e cinema é extraordinário. A Lauren está sempre tentando fazer uma cena ser melhor. Tentando mergulhar em como sua personagem pode se aprofundar ainda mais, mesmo depois de 17 anos. E este aqui (apontando para JDM) é rei da comédia dramática. É magnético. Eu estava sempre assistindo pelos monitores. Você não consegue tirar seus olhos do Jeff. Você simplesmente…

(Neste momento, JDM tira alguns dólares do bolso e entrega para Aimee. Todos riem).

AG: É incrível. Misturar o que ele mistura na mesma temporada. Este trabalho é um sonho que se tornou realidade. E eu vou ficar com este dinheiro! (risos)

Jeffrey Dean Morgan na Coletiva de Imprensa da 3ª temporada de The Walking Dead: Dead City na San Diego Comic-Con 2026.

Eu conheço bem New York. Se um apocalipse zumbi acontecesse na vida real, vocês prefeririam estar nessa cidade ou em algum outro lugar?

JDM: Eu iria para o norte do estado, sem dúvida. Já tenho um galpão para zumbis na fazenda, nem brinca! Minha filha já falou: “vamos construir cercas mais altas”.

RC: Vivo no Brooklyn e acho que é uma boa estratégia entrar na ideia do Jeff. Já fico preso no carro o dia todo, não consigo nem imaginar. Também iria para o norte do estado.

Vocês apresentaram novos personagens latinos dentro do universo. Temos Rubén Blades (Fear the Walking Dead) e, obviamente, as duas pessoas que estão aqui conosco. Vocês já pensaram em expandir o universo de The Walking Dead ainda mais? E, se sim, em qual cidade vocês gostariam de estar?

SMG: A gente vem trabalhando em algo no idioma Espanhol por anos. Que se passa fora dos Estados Unidos. Já colocamos muito trabalho nisso, e é excelente. É uma das minhas coisas The Walking Dead favoritas. Mas estamos esperando para ver como podemos fazer.

Sabe, a AMC tem um limite de número de shows para lançar, e tem um limite de shows The Walking Dead dentre todos os outros. Mas é uma possibilidade real, e já tem muito trabalho pronto. E realmente honra… Não quero dizer o lugar, mas o lugar em que se passa. E também temos personagens incríveis.

Então, a resposta é sim. Já estamos trabalhando nisso, mas, como eu sempre digo: espero que aconteça.

Aimee Garcia na Coletiva de Imprensa da 3ª temporada de The Walking Dead: Dead City na San Diego Comic-Con 2026.

Tem alguma cidade específica que vocês gostariam de ver?

RC: Pode ser um pouco egoísta, mas Cidade do México.

AG: Sim. A Cidade do México é uma das mais altas do mundo, e muitas pessoas não sabem disso. E é simplesmente… Sim.

JDM: Eu iria.

SMG: Já vou adiantar que não é Cidade do México. Mas estamos trabalhando nisso.

JDM: Mas poderia ser.

SMG: Acho que precisamos começar então.

Vocês se prepararam fisicamente para a terceira temporada?

LC: Tem muito mais corrida no show do que você pensa que vai ter, e essa é a parte que te deixa sem fôlego. Depois que você faz por algum tempo.

JDM: Tudo me deixa sem fôlego! Cara, são muitas escadas. Estamos sempre correndo. Estamos sempre subindo escadas.

AG: Jeff, por favor. Na maior parte do tempo, você quer fazer as suas próprias cenas de acrobacia.

JDM: Eu gosto de fazer essa parte. Gosto de fazer as cenas físicas pelo menos uma vez. O problema é, tipo, a oitava vez. Eu penso: acho que não venho trabalhar amanhã, porque não vou conseguir subir as escadas de novo.

Vai ficando mais difícil, posso dizer isso. Mas a gente tenta fazer tudo, e eu tento me manter com uma forma física decente – principalmente porque precisamos. A gente passa a vida na frente das câmeras, então, não pode ficar muito desleixado. E eu também tenho filhos, o que significa que corro muito atrás deles. Faz parte do meu exercício. Eu tenho uma filha de 8 anos – tente acompanhar o ritmo dela por metade de um dia para ver! Ou seja, eu consigo subir um lance de escadas se o Seth escrever isso. Eu preciso subir.

AG: O Raúl e eu fomos muito à academia. E eu sou aquela nerd que faz alongamento. Sabe como é, temos walkers decapitados por toda a parte, com sangue, entranhas e intestinos. E eu estou ali no meio, me alongando. Me alongando e filmando.

JDM: É um show que exige muito mais do lado físico do que a gente pode pensar. Posso dizer isso.

Raúl Castillo na Coletiva de Imprensa da 3ª temporada de The Walking Dead: Dead City na San Diego Comic-Con 2026.

Na nova temporada, vamos revisitar o tema do Negan afastando sua família? E Jeffrey, se isso não aparece, como você se sente sobre a ideia de voltar a este tema?

JDM: É uma excelente pergunta. Sabe, o Negan foi embora por um episódio na temporada 11 e voltou com uma esposa. E nunca vimos isso acontecer! Nunca acompanhamos esse relacionamento. Eu fiquei chocado.

O que acabamos de fazer? Aqui está o Negan, e ele ainda era totalmente apaixonado por sua Lucille… Como ele poderia seguir em frente? E, de repente, ele tinha uma esposa. Isso ainda me deixa confuso.

SMG: Se pensarmos nisso, ele já tinha superado tudo no Santuário.

JDM: Acho que sim.

SMG: No Santuário, ele teve várias esposas.

JDM: Mas a gente também não se aprofundou nessa história, e por uma excelente razão: porque não queríamos ficar presos na versão dos quadrinhos do Negan. Teria sido difícil conseguir interpretar aquele cara. Mas com a nova família, meu Deus… Não tenho uma boa resposta para isso. Porque o Seth e eu conversamos sobre isso, e nos perguntamos: “o que fazemos?”

Porque, por dois anos, esse tema foi basicamente ignorado. Ou até por três anos. E o que fazemos com ele? Essa é uma pergunta que, provavelmente, ainda precisamos responder para parte dos fãs.

Seth Hoffman na Coletiva de Imprensa da 3ª temporada de The Walking Dead: Dead City na San Diego Comic-Con 2026.

Seth Hoffman: A forma que eu escolhi, e a forma que todos os roteiristas escolheram endereçar esse tema – com o seu apoio (apontando para JDM) – é partir de um lugar em que o Negan verdadeiramente acredita que sua família está melhor sem ele.

JDM: E isso é verdade.

SH: Então, isso é endereçado nessa temporada. Não estamos ignorando o fato de que ele tem uma família. Entendemos completamente que isso existe, mas não é parte da história que estamos contando. E é assim que o Negan realmente compreende, que ele justifica. É seu sentimento verdadeiro: eu não vou atrás deles, vou deixá-los viver.

JDM: Ele os deixa ir embora na segunda temporada. Ele os deixa ir, porque sabe que eles correm perigo perto dele. E isso continuará a ser verdade nesta temporada também. Mas é algo em que estamos pensando constantemente, não está esquecido.

Eu penso sobre a minha familia, e eu nunca poderia colocá-los em risco. Especialmente deixando-os à volta de alguém como eu – como o Negan, no caso. Mas o Negan está passando por uma mudança tão grande nesta temporada… Espero que, na quarta temporada, isso possa ser revisitado. E será, de uma certa forma. Isso faz sentido para todo mundo. Então, vamos aguardar.

Está aqui dentro, está na cabeça de todos nós. Estamos todos cientes, e isso não vai desaparecer até que a gente lide com a situação.

SMG: Onde encontramos o Negan nesta temporada, emocionalmente, é dentro da consciência dessa decisão e das ramificações que ela tem para ele.

JDM: Sim, ele está uma bagunça!

LC: E a Ginny. Quer dizer, perder a Ginny é uma prova…

JDM: Acho que ele colocou toda a sua energia familiar nesta Ginny que, naquele ponto, precisava dele mais do que sua própria família precisava. Porque, pelo menos, eles estavam a salvo. A Ginny não estava. Então, muito daquele papel de pai foi para a Ginny, e é meio que nesse lugar que encontramos Negan no início deste ano. Não é só que ele mandou a família embora, mas ele também perdeu a Ginny, que tinha se tornado sua família por escolha. É um lugar difícil para o Negan começar a temporada.

A 3ª temporada de The Walking Dead: Dead City está atualmente em exibição nos EUA e chega ainda esse ano no Brasil pelo AMC.

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