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6ª Temporada

The Walking Dead 6ª Temporada: Tom Payne fala sobre a memorável apresentação de Jesus e o carinho dos fãs

Rafael Façanha

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do décimo episódio, S06E10 – The Next World, da sexta temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

O episódio do último domingo de The Walking Dead apresentou o amado personagem dos quadrinhos, Jesus (Tom Payne); que causou vários problemas para Rick e Daryl durante a busca mal sucedida por suprimentos. Primeiro roubou um caminhão cheio de comida e, mais tarde, mandou o mesmo para o fundo de um lago. E, em seguida, saiu de seu confinamento e interrompeu a soneca pós-coito de Rick e Michonne (após os dois personagens, finalmente, fazerem sexo pela primeira vez).

Depois desse início auspicioso, a Variety conversou com Payne para discutir sobre o temor de abordar um personagem tão icônico, o humor do episódio e o que virá a seguir para Jesus (após visitar Rick e Michonne).

Você já se aventurou nas mídias sociais desde que o episódio foi ao ar, para verificar as reações das pessoas em relação a Jesus?

Tom Payne: Sim. Fiz isso ontem à noite. Foi muito divertido. Eu estava um pouco com medo de… Você sempre fica preocupado. Há um monte de gente para agradar e os fãs são muito intensos e muito exigentes sobre o que eles querem ver. Então, eu estava um pouco preocupado com isso. Quando eu comecei, percebi que essa é uma base de fãs muito acolhedora – todos são muito legais e só querem o melhor. Eu tive uma resposta do público muito, muito linda e estou super feliz com isso. As pessoas tem enviado mensagens. Uma vez que descobriram que fui selecionado para o elenco ouvi coisas como, “espero que você não estrague tudo!” E eu dizia algo como “ai meu Deus, eu também espero não fazer isso!” Você quer fazer o melhor que pode e sabe que certas coisas serão diferentes dos quadrinhos e do que as pessoas sabem. Você só espera que os fãs aceitem isso e eles realmente tem aceitado.

Acho que nós realmente capturamos a essência de como ele deve ser. Há mais por vir na próxima semana, mas esta foi uma introdução divertida. Depois de assistir o episódio – se você pensou sobre o que ele fez no episódio e como ele cuidou de si mesmo, há muitas informações lá. Eu estava dizendo para Scott Gimple que não acho que ele estivesse inconsciente no carro… No momento em que eles se encontraram. Acho que ele tomou uma decisão de se interessar por esses caras e verificar de onde eles vêm. Mesmo quando ele está fugindo deles no campo, ele ainda está tentando descobrir como pode voltar para o lugar de onde eles vêm. Mas, obviamente, ele também estava em cima do caminhão. Eu amei aquele momento, quando o Norman diz “Eu acho que aquele cara está no teto”, foi muito engraçado. A maneira como ele foi retratado funcionou muito bem. Os fãs são uma grande parte da série – você fala com eles durante e depois do episódio e, aparentemente, pelo resto da minha vida, de agora em diante. Eles são uma grande parte disso, e estou realmente feliz por eles apreciarem o que foi feito.

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O episódio desta semana foi bastante singular em relação a série como um todo, porque foi inesperadamente hilário. Você percebeu esse tom mais leve ao ler o roteiro?

Tom Payne: Sim, definitivamente. Eu estava um pouco apreensivo de fazer Norman parecer ridículo. [Risos.] Pensei algo como, “ah meu deus, isso vai ser um pouco estranho.” Eu acabei de chegar e estou ludibriando esses caras. Foi um pouco estranho porque nos bastidores você é o cara novo que está bagunçando tudo, e cheguei em um ponto da série em que deram adeus a um grande número de pessoas – foi o último episódio de Tovah Feldshuh também. Então, entrei em um momento em que muitas coisas estavam acontecendo nos bastidores. Como ator eu reagi um pouco como, “Oiiii, eu sou o cara novo!” Eu estava tentando deixar uma boa impressão e fazer o melhor trabalho possível, mas foi muito divertido. E, finalmente, foi um pouco difícil, porque sim, a série não é de comédia. Entrar dessa forma e ter essas cenas foi interessante. Foi um presente, algo como “uau, eles estão apresentando esse personagem de uma forma totalmente nova”. E que forma incrível de se entrar porque você deixa uma boa impressão ainda maior, por isso foi muito divertido de fazer. Estou feliz por tudo ter funcionado e porque as pessoas gostaram – foi a apresentação perfeita.

Eu amo o fato de Jesus aparecer como este homem misterioso que consegue enganar Rick e Daryl várias vezes, mas você mencionou aquela sensação de receio sobre fazer Norman parecer ridículo. E quando há um recém-chegado quase superando esses amados personagens, há sempre um risco inerente dos fãs se voltarem contra você. Essa era uma preocupação que você e Scott Gimple discutiram sobre – o quão longe você pôde levar o seu exibicionismo sem perder a benevolência do público?

Tom Payne: Sim… Nós não falamos especificamente sobre não fazer Norman e Andy parecerem estúpidos [risos], mas falamos sobre quem é o personagem e como ele deveria ser. Ele tem a fala “Eu acho que vocês sabem que não sou um cara mau”. E acho que as pessoas neste momento já sabem se alguém é mau imediatamente, e sabem se esse alguém pode te ferrar. Eu poderia ter apenas atirado em Daryl e Rick no posto de gasolina e roubado o caminhão, mas eu fiz essa coisa toda… dei de cara com eles e inventei uma história e realmente não os convenci. Eu pensei algo como, “esses caras sabem se cuidar, eles vão ficar bem.” E, em seguida,- especialmente depois que correram atrás de mim – foi algo como “eles estão mais do que bem; eles realmente sabem o que estão fazendo.” Então, é nesse ponto que decido algo do tipo “bem, eu estou indo lá e vou saber de onde eles vêm.” Sim, eu estava mentindo para eles, mas eles estavam definitivamente mentindo para mim também. Jesus é um cara muito inteligente e ele avalia as pessoas. Se você sobreviveu durante todo esse tempo, isso diz algo sobre você. E ele conheceu pessoas suficientes no mundo, e sabe avaliar as pessoas muito rapidamente e saber quem elas são. E ele salva Daryl – ele atirou na cara do zumbi, e isso foi bom. Gostei do progresso desses personagens. E Andrew cuidando de mim e dizendo “ele não apontou uma arma para você e não atirou”, e mesmo assim, Daryl quer me colocar em uma árvore…

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A série é muito reservada sobre as novas adições ao elenco, mas, obviamente, Jesus é um personagem dos quadrinhos. Então, como é que você obteve informações sobre quem ele é – Scott te disse muito sobre o que vem pela frente ou fez você ler sobre ele?

Tom Payne: Minha abordagem favorita em entrevistas é começar com “bem, nos quadrinhos…” É surpreendente o fato de poder falar sobre os quadrinhos, porque não podemos falar sobre mais nada! Isso foi um presente. [Risos.] Ele foi muito difícil, na verdade – eu vim muito rapidamente; dentro de poucos dias comecei o trabalho. Eu estava em Atlanta, e tinha acessórios para o pêlo facial porque, obviamente, eu não consigo deixar a barba crescer daquele jeito em uma semana, e acessórios do traje e um pouco de treinamento de artes marciais. Em algum momento dentro de tudo isso, consegui conversar com Scott. Mas era tudo tão avassalador, a coisa toda, que eu realmente não tive a chance de sentar e assistir a cinco anos de ” The Walking Dead” ou ler as 150 edições das história em quadrinhos. Então, eu realmente confiei em Scott e Kari [Skogland], o diretor, para cuidar de mim nesse sentido. Eu estava lá, disposto e capaz de dar tudo o que fosse preciso, mas eu precisava de um pouco de ajuda, porque não é a minha série. Entrei e conheci esses dois personagens importantes desta grande série, então eu realmente precisava de alguma ajuda. Eu estava tipo, “Ok, pessoal, vocês vão ter que me guiar um pouco, porque eu posso dar o que vocês precisam e o que está na página”. Mas, o que está na página é difícil; é difícil porque ninguém no mundo em que estamos já me conheceu antes.

E acho que ele está fingindo – ele não está mostrando sua verdadeira face. Ele está dando-lhes o que ele quer dar e não necessariamente quem ele é. De modo que o primeiro episódio foi bastante desconcertante para mim, e foi difícil mostrar “esse é o cara, este é quem ele é,” simplesmente porque eu não tinha interpretado ele antes. Geralmente você tem a oportunidade de interpretar alguém e, em seguida, “oh, ele está fingindo ser desta forma”, mas ele entrou, impactou e que estava atuando desde o início. Por isso, foi um pouco difícil, mas eu tive várias conversas, e na próxima semana você descobrirá muito mais sobre ele e foi aí que comecei a entendê-lo. Mas, eu estava nervoso sobre o último episódio, porque eu pensava algo como, “Eu realmente espero que seja um personagem interessante e divertido”, e nós conseguimos. Mas, quando você está se juntando a maior série da televisão… Deus, foi estressante! [Risos.] Mas, estou super feliz com o que nós criamos.

Rick foi o único que defendeu a ideia de mantê-lo vivo e levá-lo [para Alexandria], mas Jesus simplesmente invadiu a casa enquanto Rick e Michonne estavam nus na cama. Então, o que você pode nos dizer sobre a sua dinâmica deles e o que podemos esperar do episódio na próxima semana?

Tom Payne: Nesse ponto do episódio do último domingo, você pode dizer que há muito mais sobre o personagem. Se ele conseguiu sair de suas algemas, onde ele esteve antes de aparecer no quarto? Por que ele não matou todos? Por que ele não roubou coisas e fugiu? Por que ele está acordando Rick e Michonne? Portanto, há um mistério por atrás disso – e ele talvez se explique no próximo episódio, mas eu realmente gostei disso. Há muito mistério sobre o personagem. E se você assisti-lo novamente e questionar todos os seus motivos para tudo o que ele fez, você entenderá muito mais sobre o personagem e quem ele é. Por que ele fez isso? Eu acho que ele percebeu que Rick é uma pessoa importante dentro da comunidade e por isso há uma razão pela qual ele foi lá acordá-lo. E na próxima semana devemos descobrir o porquê.

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Fonte: Variety
Tradução: Mydiã Freitas / Staff Walking Dead Brasil

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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