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6ª Temporada

Merritt Wever fala sobre a dolorosa reviravolta em The Walking Dead e sobre a partida de Denise

Sabrina Picolli

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ATENÇÃO: Esta matéria contém spoilers do décimo quarto episódio da sexta temporada de The Walking Dead, S06E14 – “Twice As Far” (Duas vezes mais distante). Leia por sua conta e risco. Você foi avisado.

Bem, parece que há vagas para médicos em Alexandria. Após convencer Daryl (Norman Reedus) e Rosita (Christian Serratos) a acompanhá-la em uma ida à farmácia da cidade, a fim de repor os estoques de medicação – e matar seu primeiro walker – a pobre Denise (Merritt Wever) foi acertada com uma flecha na cabeça, graças ao babaca que roubou a besta e a moto de Daryl anteriormente na temporada. De repente, o que parecia ser um episódio lento foi tudo, menos isso. Ela não ficou por muito tempo, mas Wever causou uma excelente impressão, no papel da namorada de Tara (Alanna Masterson). Para processar o luto pela perda da boa médica de Alexandria, a E!News conversou por telefone com a atriz a respeito do seu episódio final.

E: Eu estou um pouco chateado por estar tendo esta conversa, pois não teremos mais Denise em The Walking Dead!

Merritt Wever: Bem, você sabe. Eu acredito que você já esteja familiarizado com o show. (Risos) Acontece em algum ponto, às vezes alguém se vai.

E: Pensando a respeito do episódio, ela está fazendo aquele discurso a Daryl e Rosita, sobre o que aquele dia significou para ela, mas não consegue terminá-lo antes de ser atingida. O que esse dia significou para ela?

Merritt Wever: Scott Gimple explicou isso para mim, e eu acho que ela queria realmente sair. Ela queria se desafiar. Eu acho que ela realmente se arrependeu de não ter saído com Tara por estar muito assustada, e não disse a Tara o quanto ela a amava por estar muito assustada e hesitante, apavorada por se sentir envolvida, e eu acho que ela viveu toda sua vida, não apenas em Alexandria, daquela maneira. Foi um verdadeiro teste de força. Ela queria estar com aquelas duas pessoas em particular. Eu acho que Daryl é alguém que a faz sentir segura e confortada, alguém familiar a ela por lembrar tanto o seu irmão. Eu acho que ela queria experimentar como era ser parte daquele grupo, ser “um dos caras legais”, ter camaradagem, apoio, aceitação, conhecê-los melhor. Eu acho que ela sabia que Rosita estava sofrendo com o fim do relacionamento e viu as coisas como elas eram, através de seus óculos de terapeuta, e aquele momento foi o de relacionamento interpessoal que eles não estavam tendo. Eles não estavam enxergando a novata Denise correndo atrás deles como se ela fosse uma nova amiga ou uma parceira. Eu acho que isso a chateou. Eu acho que ela ficou triste por ter falhado naquilo que ela queria ter feito lá na farmácia, sentiu-se derrotada por ter deixado aquilo passar. E esta é a sua vitória, matar o walker e encontrar o refrigerante para Tara. Voltar para casa.

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E: Você mencionou Tara dizendo “eu te amo” antes do grupo ir atrás de Negan e ela não retribuindo. Ela disse que retribuiria quando Tara voltasse. Você acha que ela acabou não dizendo isso a Tara antes de morrer?

Merritt Wever: Definitivamente, não. Eu acho que ela estava mentindo, tentando dizer “eu digo quando você voltar”, fazendo disso uma promessa de reencontro. Que elas não precisariam se preocupar com algo que pudesse acontecer a elas. Da maneira como me foi descrito, eu acho que era mais uma fobia a relacionamentos , apenas vivendo por si, e eu acho que ela ficou bastante chateada consigo quando Tara partiu e então quis fazer algo diferente, tomar um novo rumo. E esta viagem foi justamente isso. Eu me sinto mal por Tara.

E: Há quanto tempo você sabia que Denise morreria?

Merritt Wever: Bem, eu sempre soube que Scott Gimple queria que Denise estivesse apenas por esta temporada, que isso serviria ao propósito da série. Eu imaginei que ela morreria apenas por ser The Walking Dead. E então eles me ligaram umas duas semanas antes de filmar o último episódio, antes de me enviarem o roteiro, e me contaram a respeito das idas e vindas da história e como iria acontecer.

E: Sabendo que Scott apenas a queria por uma temporada, quando Denise foi raptada pelo Lobo você achou que fosse a hora de partir? E ficou aliviada por ter ganhado alguma sobrevida?

Merritt Wever: Ali foi o primeiro momento em que me dei por conta — eu lembro quando falei com Scott pela primeira vez sobre estar no show, e ele me contou a história, e eu ingenuamente acreditei que aquele fosse o arco principal da temporada. E então eu recebi os primeiros roteiros e me dei por conta de que ele apenas tinha me contado a respeito do primeiro episódio. E então, de repente, eu estou aqui com o Lobo e me dei por conta de que eles jamais contariam como seria antes de liberarem o script. Você não tem ideia de com quem está trabalhando e como a história será. Era a metade da temporada, e eu tinha esta sensação de que estaria por ali para mais alguns episódios. Mas sim, eu não sabia como seriam as coisas entre mim e Benedict [Samuel], o que foi ótimo. Você não sabe onde você estará e nem com quem.

E: Você já era fã do show antes de participar dele? Qual seu nível de familiaridade?

Merritt Wever: Eu sabia exatamente o que era. Não assisti nenhum episódio, mas as pessoas me falavam que eu iria gostar. Mas então eu tive que assistir tudo rapidamente, o que é difícil considerando-se cinco temporadas com episódios de uma hora [risos]. Quando eu cheguei ao set eu já estava inserida no fandom e ainda sofrendo por algumas mortes que me atingiram profundamente.

E: Como foi o dia da filmagem da sua morte? Como é o clima quando se está filmando algo assim?

Merritt Wever: Foi um dia em que estávamos filmando cenas externas, é TV e você tem que estar pronto. É apenas uma questão de ter tudo pronto no momento certo, então não houve muito tempo para parar e pensar. E não foi meu último dia, então eu não estava sentimental, Foi apenas uma questão de fazer o que tinha de ser feito. Foi um dia intenso para mim, eu tinha tanta coisa a fazer, acabei me mantendo ocupada.

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E: Qual foi a última coisa que você filmou?

Merritt Wever: Eu acho que a última cena que filmei acabou não sendo utilizada. Eu recém assisti o 6.14 hoje pela manhã, mas não assisti ainda aos demais episódios. Mas eu acho que tudo o que filmei para o 6.14 acabou sendo usado no episódio. Era algo sobre eu consultando o catálogo telefônico da cidade e encontrando esta Farmácia Edison’s, lembrando que este poderia ser um lugar com suprimentos, seria algo útil e que eu poderia ir buscá-los para a comunidade.

E: Se o dia de sua morte não foi seu último dia, como foi o seu último dia?

Merritt Wever: Todos dizem que é um local excelente para trabalhar, foi o que eu ouvi e foi uma das coisas que me fizeram aceitar o trabalho. Aí eu cheguei lá, e era tudo verdade. O elenco e a equipe são acolhedores, amigáveis e inclusivos. Eu acho que eles sabem o quanto a camaradagem faz a experiência de trabalho muito melhor e enriquecedora. E eu acho que, especialmente em um show como esse, onde há muita rotatividade, é importante estender este espírito comunitário às pessoas. Eu não sabia, mas no meu último dia apareceram pessoas que não estariam trabalhando ali naquele momento, o que foi muito legal, considerando que fiquei apenas por uma temporada. Eu acho que foi muito generoso e gentil. Nós filmamos em um local a uma hora de Atlanta, então as pessoas precisam se deslocar até lá para uma despedida. Aquilo foi embaraçosamente super emocionante, eu passei por algo parecido em outro show e estava tentando não desmoronar. Eu não estava interessada em revisitar aqueles sentimentos, mas me senti muito grata. Eu respeito demais aquelas pessoas.

E: Do que você mais vai sentir falta na sua temporada em The Walking Dead?

Merritt Wever: Eu diria do elenco e da equipe. Pessoas muito legais. Apenas isso. Não é sempre assim, nem sempre existe este espírito de união. E este local o possuía, e eu agradeço demais.

E: Qual você acha que será o efeito da morte de Denise no andamento do show? Alexandria perdeu sua médica.

Merritt Wever: Eu não sei, é uma boa pergunta. Eu nunca pensei no quanto isso os deixa vulneráveis. Eu pensei no impacto em Tara, mas não sei. Uma coisa que me deixa triste por não estar mais no show é não saber o que irá acontecer. Agora eu tenho que voltar a ser apenas uma fã. Sim, eu me acostumei a ter informações privilegiadas [risos]!

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Fonte: E! Online

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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