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6ª Temporada

The Walking Dead 6ª Temporada: Lauren Cohan fala sobre a nova posição de liderança de Maggie

Felipe Tolentino

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Ei, Glenn está vivo! Agora Glenn está prestes a morrer novamente, não, Abraham e Sasha salvaram a pele dele. Ele está vivo de novo!

Foi uma montanha russa de reencontros para os pombinhos com saudades Maggie e Glenn. Mas tudo está bem quando acaba bem (contanto que seu sobrenome não seja Anderson, com certeza) agora que os zumbis foram liquidados e Alexandria está mais uma vez relativamente segura.

Entertainment Weekly conversou com Lauren Cohan para saber sua visão sobre as filmagens da reestreia de temporada e o que podemos esperar pela frente, incluindo uma posição de liderança mais forte para Maggie.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Vamos falar sobre a grande reestreia de temporada. Maggie vê Glenn, e ele está vivo! Mas ele quase morre novamente salvando você. Isso foi uma coisa muito louca, acredito, certo?

LAUREN COHAN: Pois é, foi a volta triunfal do herói. Esse episódio foi muito legal de filmar porque não houve quantidade ou volume de gritos que fossem suficientes para o Greg Nicotero, e estávamos lá naquela torre e berrando o mais alto possível. E Steven teve a mesma experiência. E aí fomos para ADR depois, e ele teve que fazer mais um pouco de “Maggie!” Foi o “Adriaaaaaaan!” de The Walking Dead. Finalmente vemos nosso heróis de volta, e aí… foi bem assustador.

Como foi filmar aquela cena em cima da plataforma?

Lauren Cohan: Foi ótimo ficar na plataforma. Estávamos em um suporte pendurados na plataforma, e foi bem um daqueles casos, tipo, eu quero fazer os stunts. Foi divertido. Tipo, essa temporada toda teve muita coisa física além do usual.

Essas filmagens levaram a noite toda. Como é que filmar a noite é diferente para vocês das filmagens diurnas?

Lauren Cohan: Você fica meio doido, pra ser sincera, ao filmar a noite. Você precisa ficar na noite por um período para ser capaz de funcionar a noite. Por isso nós bebíamos muito expresso, e agíamos como doidos, e aí tentávamos não agir como doidos. É como se estivéssemos em uma enorme festa do pijama com pessoas trabalhando, mas estamos do lado de fora, e é uma coisa boa que somos uma família porque acabamos mesmo vendo o lado doido de todos. Você fala coisas meio sem sentido, meio como eu estou fazendo agora, mas é bom. É como ter muita gente dormindo na sua casa. Víamos muitos vídeos no YouTube e muito vídeos de gatos, e tínhamos uma piada sobre ketchup e mostarda que fazíamos o tempo todo.

Ketchup e mostarda?

Lauren Cohan: Era entre o Steven e o Greg. Um deles representava o ketchup, e o outro representava a mostarda, e aí eles ficavam mandando memes ou vídeos que representavam seu condimento respectivo. E coisas assim ficam indo e vindo, e você fica meio esquisito.

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Quando vocês foram para Alexandria, todos receberam tarefas, e o trabalho de Maggie era basicamente ser uma aprendiz da Deanna e ser preparada para liderar. Deanna já não está entre nós. Então o que isso significa em termos de Maggie e sua evolução se tornando uma líder?

Lauren Cohan: Tem sido muito interessante, porque Deanna via coisas em Maggie que ela não necessariamente via em si quando chegou em Alexandria, e eu acho que o mais importante era que ela poderia ser essa intermediária. Ela entendia o modo como seu grupo funcionava, mas ela também possuía uma visão de esperança e aliada a visão de esperança de que a Deanna teve que criar uma comunidade sustentável.

E tudo isso acontece antes de ela ficar grávida, antes de saber que eles vão ter um bebê, por isso a sorte foi grande por ela ter tido essas lições com a Deanna. E o que vemos enquanto progredimos é o Rick dizendo que Deanna estava certa. Essas são as coisas que devem ser feitas, e ele está percebendo que Maggie pode ser capaz de lidar com certas pessoas que ele não pode. Ele é, você sabe, bruto.

Então temos essa abordagem combinada com muitos de desafios futuros que veremos nesta temporada, e é fantástico. Sinto-me muito sortuda por ter tanto o Scott Wilson como a Tovah Feldshuh como mentores da Maggie, porque eles foram meus mentores também, e esses artistas, tipo, eles já fizeram de tudo. Poder aprender com eles e então usar isso na série tem sido muito gratificante.

Certo, passe para a gente um pouco de provocações em termos do que podemos esperar ao seguir em frente.

Lauren Cohan: Daqui para a frente, estamos reunidos e mais fortes, mas como um grupo precisamos expandir – não somente com bebês, mas expandir, e vamos sair para novos territórios que vão abrir novos níveis na série. Vimos o grupo procurar por novos lugares seguros, mas o próximo lugar que vamos encontrar vai ser o início da série como viemos a conhecer.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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