Post destinado aos comentários da centésima quadragésima sétima edição (The Walking Dead 147) dos quadrinhos de The Walking Dead. Aqui, SPOILERS SÃO LIBERADOS, então se você ainda não leu, ou não está em dia com os mesmos e não quer saber o que vai acontecer, pare de ler imediatamente. Você foi avisado.
Anteriormente: Maggie confessou ter executado Gregory, o que evoluiu para um acalorado confronto com Rick. Mas assim que as mentes mais calmas conseguiram dominar a situação, Rick voltou para casa e encontrou Eugene esperando por ele. Devastado pelo assassinato de Rosita, Eugene exigiu que os Sussurradores morram… e que Rick pode usar Lydia como isca para Alpha…
“Você é completamente doido, Rick… Mas eu te amo.”
(Michonne, Edição The Walking Dead 147)
A edição dá seguimento aos conflitos gerados pelas mortes causadas pelo grupo d’Os Sussurradores. Enquanto grande maioria dos moradores de Alexandria querem ver o grupo inimigo morto, Rick prefere pensar em outra saída.
Alguns pontos que merecem ser citados:
– Não canso de dizer o quanto Eugene se tornou um personagem interessante! Não consigo nem comparar aquele antigo covarde mentiroso com este homem que está tendo fôlego para confrontar Rick Grimes em sua própria casa.
– Não posso deixar de dizer que o ponto alto da edição realmente foi a conversa entre Rick e Michonne. Além de trabalhar ainda mais a relação dos dois personagens, aprofundando a amizade, tivemos a chance de ver o grande líder de Alexandria desabafando sobre como Andrea se tornou a mulher de sua vida, e como esta o completa. Uma grande pena saber que nunca veremos isso na série de TV.
– A ideia de levar Lydia para Hilltop, assim como Carl, foi uma jogada de mestre! Era mais do que óbvio que eventos terríveis aconteceriam no dia seguinte, levando em conta a descendência da menina.
– E como estamos falando de The Walking Dead, o maravilhoso mundo de sofrimento e dor criado por Robert Kirkman, era óbvio que ele deixaria todo mundo de cabelo em pé nos momentos finais da edição, com Lydia interpretando as coisas de um jeito diferente, e apontando a arma para Andrea.
– Agora um ponto bônus que vocês podem encarar como “fanboyzisse” (ou não sei como preferem chamar), mas o fato é que ainda não consigo deixar passar naturalmente o Carl chamando a Andrea de mãe. De toda forma, acho meio forçado, ou talvez o problema seja eu mesmo.
O que você achou dessa edição? Quais são suas expectativas para a edição do próximo mês? Deixem suas opiniões, teorias e demais tópicos para discussão nos comentários abaixo.
A edição 148 será lançada no dia 11 de novembro de 2015 nos Estados Unidos, mas sem data no Brasil. Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil para ficar por dentro de tudo!
Este espaço está aberto para você e sua ideia sobre o que acontecerá no próximo volume da história. Você também pode utilizar os comentários abaixo para deixar sua opinião e teorias sobre as próximas edições.
>> EDIÇÃO ANTERIOR: [SPOILERS] The Walking Dead 146 – Discussão
Foi uma ediçao bem legal,o ruim é que acaba muito rápido e Esperar um Mes pra ler a outra é tenso,O ponto foi realmente a conversa entre Rick E Michone,O fato do Carl chamar a Andrea De mae,bem,Já Se passarma alguns anos desde o fim Da Guerra ,A relaçao entre A Andrea E Carl Se Solidificou com o Tempo, Eles Formaram Uma Família,Acho Legal Essa Relaçao Entre Os Dois Personagens.
Realmente, esperar um mês para ler uma hq de poucas páginas é bastante desanimador. Ainda bem que temos as séries na TV. Tenho quase certeza que não é por isso, mas acredito que eles quiseram dar uma desacelerada na história para deixar a série de TV chegar um pouco mais perto pois os enredos estavam distantes, por isso deram tantas paginas de conversação.
A relação de Andrea e Carl é muito boa para um chamar o outro de parente, não me pareceu forçado. E termos um Eugene desta forma, mas maduro é bem legal, só acho sacanagem terem matado a Rosita. Logo quando ela ia servir para alguma coisa…
Achei foda o Eugene querer assumir a Criança que estava por vir,quando ele estava montando o berço,E e vimos a Rosita morta, Senti um aperto no Coraçao,o Eugene deixou de ser aquele personagem fraco e Covarde e vem se tornando mais confiante a cada ediçao,Prevejo altas tretas com ele.
Foi uma ótima edição. Adorei a conversa entre o Rick e a Michonne, e realmente o plano de levar a Lydia para Hilltop!
O que eu acho insuportavel, é o fato de termos que esperar um mês para a próxima edição…
Tb acho forçado o Carl chamando a Andrea de mãe.
Não gostei do Carl chamando a Andrea de mãe, achei exagero. Sobre a Lydia, está na hora do Carl se tocar que a garota está causando problemas demais. Ele vai acabar prejudicando todo o grupo pois o Rick quer confiar no filho e a comunidade já está se emputecendo com ele. Vão recorrer a quem? Negan. Foda. Carl cresceu, mas continua imaturo.
Para vc ver o perereca’s power. KKKKKKKKKKKKKKKK
Achei que era só eu que ficava incomodada com o Carl chamando a Andrea de mãe. Muito forçado
Só a ultima pagina pra me fazer acordar pq tava quase dormindo.
E eu fui trouxa achando que a Michonne ia me surpreender e ia fazer merda.. quase fiquei bolado. muito boa a edição, e devemos ter uma surpresa na próxima.
Mais uma boa edição. A julgar por essa edição, parece será o Eugene a trair o Rick, a não ser que o Kirkman queira nos surpreender muito, o que não duvido nem 1 pouco. Espero que não seja ele a trair o Rick, preferia até que fosse a Michonne (neste momento parece improvável), pois o mundo de TWD tem vários personagens guerreiros, no sentido real da palavra, não aquela coisa de confundir esforçado com “guerreiro”. Qualquer civilização no entanto precisa mais ainda dos personagens inteligentes, especialmente uma civilização em reconstrução necessita mais dos gênios e dos sábios que os rambos, mesmo em casos de conflito.
Que venha a edição 148 e enquanto não vem, que venham mais episódios da 6a temporada.
Essa “declaração de amor” do Rick sobre Andrea pode ser uma pista de que a Lydia vai deixá-lo viúvo de novo. Sei não….
E não acho forçado Carl chamando Andrea de mãe. Tenho um filho de criação e ele me chama de pai. E o pai biológico dele é vivo. Só quem usa o termo sabe o quanto a pessoa que o recebe é digna ou não de ser tratado assim. E acho que Carl tem esse tipo de sentimento em relação à Andrea.
Obrigado pelo esclarecimento!
Realmente, apenas expressei minha opinião devido ao fato de isto não ser muito comum no meu dia-a-dia.
Sei lá, mas pela declaração de amor do Rick sobre a Andrea, comecei a achar que talvez essa bata as botas em breve.
PS: Tbm acho forçado o Carl chamando ela de mãe.
Acho um pouco estranho também, quando “ouço” Carl chamar Andrea de mãe, mas o fato do tempo de convivência (familiar) entre Rick, Andrea e Carl, nos mostrou o quanto a relação fortaleceu entre eles, ao ponto de Carl chamar Andrea de mãe e Rick expressar todo esse amor que existe entre ele e Andrea.
Gostei da edição.
Acho um pouco estranho também, quando “ouço” Carl chamar Andrea de mãe, mas o fato do tempo de convivência (familiar) entre Rick, Andrea e Carl, nos mostrou o quanto a relação fortaleceu entre eles, ao ponto de Carl chamar Andrea de mãe e Rick revelar todo esse amor que existe entre ele e Andrea.
Gostei da edição.
Entendo o seu estranhamento, Vinícios, mas há quem chame suas madrastas de mãe. Tenho irmãos (por parte de pai, somente) que chamam a minha assim. Fora isso, passou-se tempo suficiente para a relação entre Carl e Andrea se fortificar à ponto dele vê-la como sua nova mãe. Faz sentido, não é forçado. Essa estranheza só existe por que não vemos isso se desenvolvendo. Sobretudo, parabéns pelo ótimo post!
Obrigado por esclarecer seu ponto de vista, Júlio! Realmente, acho que a estranheza é porque isso não é uma coisa muito típica no nosso dia-a-dia. Você tem razão sobre a linha temporal, e eu preciso admitir que de vez em quando meu lado de amante da Lori Grimes fala mais alto. Haha.
De toda maneira, fico extremamente contente que tenha gostado do post, e espero vê-lo mais vezes por aqui discutindo com a gente sobre a série 🙂 Até mais.
Valeu pela atenção, cara! Comentarei sempre quando tiver algo essencial à acrescentar. Até.
Mais chata que pizza massa fina. Maior encheção de linguiça.