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3ª Temporada

Chad Coleman sobre Tyreese: “Vai ser uma participação divertida”

Rafael Façanha

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O ator conversa com o site norte-americano The Hollywood Reporter sobre o que esperar do seu novo personagem no drama zumbi da AMC.

The Walking Dead apresentou o tão esperado Tyreese, um dos favoritos da galera que acompanha a HQ, um ex-jogador de futebol americano que esbarra na prisão onde Rick e o grupo se estabeleceram.

Mas ele não chega sozinho – traz sua irmã, Sasha, e uma outra família, Donna (RIP), com seu marido Allen e o filho deles, Ben. Depois que Carl resgata o grupo de um ataque de walkers e os leva a uma área segura da prisão, ele garante a segurança de seu próprio grupo ao trancar os recém-chegados na cela onde eles estão. A atitude dele não é bem aceita por Sasha, mas Tyreese interfere e entende a prisão como ela é: um santuário em potencial.

O site The Hollywood Reporter encontrou-se com Chad Coleman para uma conversa sobre a interpretação do amado personagem de Robert Kirkman, como ele o compara com o Tyreese dos quadrinhos e o que está por vir no retorno de The Walking Dead em fevereiro.

The Hollywood Reporter: Você havia lido a HQ antes da sua audição?

Chad Coleman: Eu conheço um pouco a HQ, mas me disseram para não me preocupar com isso já que muito do que iremos fazer é bem diferente dos quadrinhos e quando eu precisar de referências, eu tenho o material disponível.

THR: Quanto da história do personagem da HQ será incluída na série? Quanto você sabe sobre ele?

Coleman: Ele é um ex-jogador de futebol e um humanitário. É alguém que realmente valoriza a vida humana e vai fazer tudo o que puder para manter a santidade dela. Nesse mundo pós-apocalíptico hiper violento, ele está determinado a manter sua humanidade, mesmo sendo obrigado a usar a força.

THR: Como é a relação dele com a irmã, Sasha?

Coleman: É uma relação de muito amor, mas Sasha é muito individualista e está confortável com suas convicções; mesmo assim Tyreese ainda é seu irmão mais velho. É uma relação de altos e baixos pela maneira como eles lidam com as coisas. Família é verdadeiramente tudo nesse mundo. Quando essa coisa aconteceu todos se deram conta de que tudo que nós temos é uns aos outros. Enquanto que nesse mundo nós não estamos atentos, num mundo pós-apolíptico precisamos estar, porque a confiança é importantíssima. Então em quem você pode confiar? Você espera que possa confiar na sua família.

THR: Comparados a algumas das outras famílias da série – Carl e Rick, Beth Maggie e Hershel, Daryl e Merle – como Sasha e Tyreese se classificariam?

Coleman: É uma mistura interessante. Vocês viram que no último episódio Tyreese teve que colocá-la em xeque; ela foi incapaz de entender o valor do lugar onde eles estavam e seu foco estava em algo bem real – o modo como seres humanos tratam uns aos outros – mas o foco de Tyreese era a proteção e a preservação da vida, e não olhar os dentes do cavalo dado. Na prisão o objetivo é tentar sustentar a vida e tentar reconstruí-la.

THR: E sobre a relação com Allen e Ben?

Coleman: Eles são outra família, nós atraímos pessoas que eram a favor da preservação da família também. Pode se tornar um pouco controverso, veremos (risos).

THR: Showrunner Glen Mazzara nos contou que o grupo de Tyreese é o que sobrou de um grupo maior. De onde eles vieram? Quais são seus planos?

Coleman: Eles estavam abrigados em Jacksonville e saíram; todos estavam tentando chegar a Atlanta e o CDC achando que era para onde devíamos ir, e nós nos juntamos a algumas pessoas no caminho, e tivemos nossas batalhas também. Nós tínhamos 25 pessoas no grupo e fomos reduzidos. Tudo isso será contado na série. Quando vocês nos verem lá fora na floresta, eles estão no limite. Tanto inferno quanto o grupo de Rick passou, nós passamos também.

THR: Qual vai ser o impacto da chegada de Tyreese para Rick?

Coleman: Não posso dizer muito, mas é bomba, choque e temor – que equivale ao desenrolar da trama. Vai ser uma participação divertida

THR: Qual será a relação de Tyreese com Carol? Na HQ eles estão juntos, até que se separam por causa de Michonne.

Coleman: Não posso dizer muito, mas de um ponto de vista pessoal, eu adoraria que houvesse uma relação amorosa. Eu torço por isso mas não posso dizer quem ou como acontecerá. Eu definitivamente torceria por isso ou algo interessante e complexo onde ele tivesse que lidar com algo em seu caráter ou com quem ele pensou que era, ou revelar uma parte de si que ele precise enfrentar. Qualquer coisa nesse sentido seria bem legal para mim.

THR: Como Tyreese vai se enturmar com todos na prisão?

Coleman: Muito está sendo colocado em prática, as pessoas percebem logo que ele é forte, inteligente e tem compaixão – estas são grandes qualidades de um líder. E ele é um homem paciente. Ele tem todas as qualidades de um líder mas a última delas é como ponderar o que está vindo para você. Então veremos (risos).

THR: No vídeo promocional para o retorno em fevereiro, Carl sugere a Rick que ele reconsidere seu lugar como líder do grupo. Será que Tyreese assumiria o controle?

Coleman: Isso eu não posso dizer, eu estaria entrando num terreno que está acima do meu piso salarial e eu não posso declarar nada desse tipo. Isso é bem pesado, mas fiquem atentos. Pessoalmente como Tyreese, eu adoraria que acontecesse. Mas não posso falar que vai se tornar realidade.

THR: Como sua experiência em TWD – que acabou de completar a produção da terceira temporada – se compara a The Wire?

Coleman: Esta é a segunda vez que eu tenho a oportunidade de vivenciar algo tão raro onde nós somos uma família, e eu fui convidado à família junto com Sonequa Martin-Green (Sasha), Daniel Thomas May (Allen) e Tyler Chase (Ben), e do início ao fim, elas são as pessoas mais autênticas, abertas, amáveis, inteligentes, dinâmicas e criativas que eu já conheci. Parece muito com The Wire sim.

THR: Quando TWD chegar a sua esperada quarta temporada, podemos esperar que Tyreese seja parte dela?

Coleman: (Risos) Eu estarei com The Walking Dead enquanto eles me tiverem. Eu interpretaria Tyreese com 80 anos se me permitirem.

E você, está ansioso para saber mais da história de Tyreese antes da chegada à prisão? Comente!


Fonte: THR
Tradução: Nat Price / Staff Walking Dead Brasil

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3ª Temporada

The Walking Dead volta a ser exibida pela Band

Vinícius Castro

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Após um longo tempo fora da programação da TV aberta brasileira, The Walking Dead finalmente voltou à programação da Band. Desde segunda-feira, dia 06 de junho de 2016, o drama zumbi voltou a ser reexibido para o público que não tem a chance de acompanhar por serviços de streaming ou TV a cabo.

De acordo com afirmações da emissora, a exibição trará inicialmente apenas reprises da terceira temporada (definitivamente a mais controversa da série, que sofreu sob o comando do showrunner Glen Mazzara), e o horário é bastante curioso: serão exibições semanais (exceto fins de semana), sem um horário definido – basicamente na faixa entre meia-noite e 2h da manhã.

Exibida originalmente entre 2013 e 2014, a terceira temporada retorna com Rick (Andrew Lincoln) e seu grupo encontrando a prisão. Também introduz o Governador (David Morrissey) e sua cidade, Woodbury. A temporada destacou a introdução de Philip Blake e Michonne (Danai Gurira), e também o retorno de Merle (Michael Rooker), o irmão de Daryl (Norman Reedus).

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Ainda não há informações se a emissora exibirá a quarta e quinta temporadas em sequência, então fiquem ligados para qualquer nova atualização aqui no site.

E então, o que achou desta iniciativa da Band? Irá acompanhar a reprise do terceiro ano? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada em Outubro de 2016 na AMC e na FOX Brasil. O trailer da temporada, bem como a data oficial de lançamento, será divulgada durante a Comic Con de San Diego em Julho.

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3ª Temporada

Prédios da 3ª temporada de The Walking Dead estão a venda

Rafael Façanha

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Não foi exatamente a volta ao lar que Rick e Carl esperavam. Ao retornar a King County, Georgia, juntamente com Michonne, pai e filho lembraram-se de como a vida era antes do apocalipse, e por mais agridoces que fossem aquelas memórias, nada se comparou ao reencontro de alguém do passado, vivo e respirando: um enlutado e enlouquecido Morgan.

O decimo segundo episodio da terceira temporada, “Clear”, é considerado um dos mais pungentes e poderosos episódios em The Walking Dead, mostrando uma performance comovente de Lennie James e uma atmosfera de cidade fantasma. A rua principal cercada por armadilhas se transformou em um set inesquecível, e agora você pode viver neste local onde tantos walkers foram mortos, uma vez que nove prédios do centro de Grantville, Georgia, e que serviram de locação para “Clear”, estão à venda no eBay.

Com um lance inicial de $680.000 – ou mais de 2 milhões de reais, na conversão feita pelo site de leilões – os prédios rústicos de Grantville estão sendo leiloados no eBay e serão vendido a quem fizer a maior oferta até o prazo final do leilão, em 26 de março. A CNN relata que, de acordo com o prefeito de Grantville quatro filmes serão rodados na cidade em um futuro próximo. O espaço ainda foi utilizado na gravação de outras produções, como “Os Infratores” e “Debi e Lóide 2″. Para saber mais informações, visite a conta do ebay ou a página oficial dos tours, que são oferecidos pela região.

FOTOS DE GRANTVILLE:

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FOTOS DO EPISÓDIO “CLEAR”:

Você também pode comparar a aparência real de Grantville com a sua aparência durante as filmagens de “Clear” nas fotos abaixo:

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Fonte: Daily Dead
Tradução: @Binapic / Staff Walking Dead Brasil

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3ª Temporada

Os 3 momentos mais frustrantes de The Walking Dead em 2013

Rafael Façanha

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The Walking Dead é o maior e melhor seriado de TV na atualidade, mas, às vezes, ele nos enlouquece. Agora que 2013 se perdeu nas brumas, é um bom momento para relembrarmos os altos e baixos do ano. Já compartilhamos cinco dos melhores momentos de 2013 – que incluiu a segunda metade da terceira temporada e a primeira metade da quarta temporada. Temos apenas três “piores momentos”, já que The Walking Dead definitivamente tem mais altos do que baixos. E mesmo os “piores” momentos não passam de amor bruto – não abandonaremos o show nunca. Então aqui enumeramos três candidatos ao mais frustrante momento de 2013. Confira a lista e deixe sua opinião nos comentários abaixo.

1. Andrea morre, o Governador sobrevive

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Toda a história de Andrea para a terceira temporada é questionável. Por que eles a transformaram na garota ingênua que se apaixona pelo cara errado e fica com o estranho bonitão, e não com sua amiga? O fato de Andrea ser a última a saber de tudo apenas a tornou uma idiota aos olhos do público. É uma vergonha, já que ela é uma excelente personagem nos quadrinhos e sobrevive por muito mais tempo (Na verdade, ela ainda está viva na HQ neste momento).

A pior parte foi vê-la naquela cadeira, durante o season finale da terceira temporada, apenas olhando para Milton e conversando com ele, enquanto o mesmo se preparava para morrer. Ela simplesmente disse “Eu tentei”, e teve sua partida melancólica.

Laurie Holden mais tarde disse que, se ela fosse um dos roteiristas, as coisas teriam sido muito diferentes. O Governador teria morrido – preferivelmente antes de massacrar seu próprio povo – e Andrea seria mais como a equivalente da HQ. Pena… sem dúvidas teríamos uma grande personagem se ela tivesse sido desenvolvida adequadamente.

2. Os novos amigos do Governador concordam com a guerra

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Veja, o Governador é sedutor, carismático, manipulador. Entendemos. Andrea certamente concorda! Mas vamos lá! Ele faz um discursinho aos seus novos amigos no velho acampamento de Martinez e, de repente, eles estão todos concordando que é válido atacar a prisão e tomar para eles? Mesmo que isso signifique matar a todos? Eles sequer estavam em perigo imediato.

Lilly disse que eles poderiam simplesmente ficar lá, uma vez que o acampamento era o novo “lar”, o que parecia ser uma opção justa. Poderia ser diferente se eles tivessem sob constante ataque, ou passando fome, mas eles estavam jogando golfe, se reunindo para beber cerveja e passando o tempo. Não havia nenhum ímpeto para a guerra. Por que essas pessoas desejariam arriscar suas vidas pela palavra de um cara que eles sequer conhecem, para tomar um lugar que eles sequer precisavam?

3. A morte aleatória de Meghan

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Realmente, foi muito legal ver um walker literalmente sair de sua tumba daquela maneira. Legal. Mas que final aleatório para Meghan. Primeiro, sua mãe Lilly simplesmente está contemplando o rio, enquanto um walker leeeeeeeeeeeeeeeentamente anda pelas águas, então Meghan acidentalmente ajuda a desenterrar um walker, e acaba mordida. Boom. Simples assim, sua história terminou. De volta à guerra na prisão!

Durante o midseason finale Lilly aparece carregando o corpo morto de Meghan. O Governador atira em sua cabeça, matando-a novamente, e retorna à briga. Sim, entendemos que Meghan morreria em algum momento, mas pareceu uma saída apressada e sem qualquer outro significado, além de mostrar como o Governador está perdendo tudo o que conseguiu. Esta doce menina que aprendemos a conhecer em dois episódios simplesmente morreu em segundos! Não deveria haver mais impacto? Pelo menos a morte de Hershel teve um contexto e um significado.

Você discorda? Estamos sendo excessivamente críticos? Você sugere outros momentos de frustração ou pensam que todos os momentos foram perfeitos até esse ponto? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com os oito últimos episódios da quarta temporada no dia 09 de Fevereiro de 2014 na AMC e 11 de Fevereiro de 2014 na FOX Brasil.

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Fonte: Wetpaint
Tradução: @BinaPic / Staff Walking Dead Brasil

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