Lauren Cohan comenta a ideia "horripilante" de Maggie e Negan ficarem juntos em The Walking Dead: Dead City

Lauren Cohan comenta a ideia “horripilante” de Maggie e Negan ficarem juntos em The Walking Dead: Dead City

Atriz fala sobre o episódio de realidade alternativa de The Walking Dead: Dead City e a relação de Maggie e Negan.

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RESUMO

Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do sexto episódio, S03E06 – “Genesis” (Gênesis), da 3ª temporada de The Walking Dead: Dead City. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

A 3ª temporada de The Walking Dead: Dead City acaba de apresentar o primeiro episódio de realidade alternativa da história da franquia – e, junto com ele, trouxe um tipo diferente de terror: a possibilidade de Maggie e Negan ficarem juntos.

O episódio “Genesis” apresentou uma realidade em que o apocalipse zumbi nunca aconteceu. Nesse mundo, Maggie (Lauren Cohan) viaja para New York para visitar sua irmã Beth Greene – sim, aquela Beth! novamente interpretada por Emily Kinney – e tentar convencer a irmã, agora viva, de que a fazenda da família vale a pena ser salva.

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Durante sua viagem, Maggie, que está infeliz em seu casamento com um homem chamado Danny, conhece Negan (Jeffrey Dean Morgan) em uma cafeteria. Os dois passam o dia juntos e vivem uma série de situações dignas de uma comédia romântica nova-iorquina, incluindo uma parada para comer castanhas assadas, uma visita a um batting cage, compras em uma vila de Natal e até uma consulta com uma vidente.

O destino sempre nos traz as pessoas que estamos destinados a encontrar… Vocês deveriam prestar atenção um no outro, diz a vidente.

Quando Negan pergunta se isso significa que eles deveriam “ficar” juntos, ele é rejeitado tanto pela vidente quanto por Maggie.

Felizmente, essa espécie de filme de Natal da Hallmark não termina com um beijo sob o visco. Ainda assim, a simples possibilidade de Maggie se envolver romanticamente com o homem que, na realidade original, assassinou seu marido Glenn, adicionou uma nova camada de tensão à experiência de assistir a The Walking Dead.

Em entrevista ao Entertainment Weekly, Lauren Cohan falou sobre o episódio, o reencontro com Emily Kinney e a inesperada conclusão da história.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Como foi ter Emily de volta a um set de The Walking Dead?

Lauren Cohan: Incrível. É engraçado, porque Emily e eu estávamos juntas antes mesmo de gravarmos nossa cena de abertura no episódio. E então, quando me viro e vejo ela na fonte, fiquei completamente em choque. Foi tão surreal.

Já era muito surreal quando começamos a considerar a possibilidade de trazer qualquer pessoa de volta para esse universo. Você sente que está voltando no tempo. E então é a Emily, que eu amo tanto, que realmente parece uma irmã mais nova para mim, e cuja morte aconteceu tão cedo e foi tão dolorosa na série.

É como estar com sua própria irmã. Nós caminhamos juntas, de mãos dadas, segurando o globo de neve, e ela ainda não vai fazer o que eu quero. Ela não vai voltar comigo. [Risos]

Como foi interpretar esse mesmo mundo, mas completamente diferente? Você pega uma personagem que percorreu uma jornada tão longa em um determinado lugar e a transporta para o extremo oposto.

Lauren Cohan: Enquanto Seth estava escrevendo, nós ficávamos pensando: “Certo, o quanto essas pessoas serão parecidas?” Você nunca pode saber o que é realista em uma realidade alternativa, porque não temos essa experiência na vida real. Então, quanto da Maggie que conhecemos realmente estaria presente nessa versão?

Jacey Heldrich escreveu o episódio, e acho que ela capturou muito bem essa liberdade de mergulhar na história e criar paralelos intencionais com tantas coisas que acontecem na temporada. Eu pude realmente tocar nas restrições emocionais da Maggie que conheço e simplesmente viver o momento do “e se?”.

O que eu gostei no episódio é que parece que Maggie e Negan mudam um ao outro ao longo da história. Mas, no final, os dois acabam voltando a ser quem eram. Em vez de ele inspirá-la a deixar a fazenda, parece que ela vai ficar lá. Então, pensei que seria um grande episódio sobre como as pessoas podem mudar, mas, no fim, eles não mudam. Definitivamente não esperava essa reviravolta.

Lauren Cohan: Não é ótimo? Eu fiquei angustiada no começo porque pensava: “Bom, o que vamos dizer com isso?” E quando assisti ao episódio como espectadora, pensei: “Ah, eu simplesmente estou vivendo isso.” Estou envolvida nas interações e no desconhecido.

Então você chega ao final e pensa: eles ficam melhores ou piores por terem um ao outro em suas vidas? Para mim, isso respondeu à pergunta de por que eles são uma dupla tão improvável que, de alguma forma, ainda é uma dupla por uma razão.

Quando estávamos filmando, eu pensava: “Como isso vai terminar?” Porque passa por tantas sensações diferentes. Existe um “eu conheço você”. Depois vem um “ah, será que eles vão…?”. E então existe algo maior do que eles.

Mas gosto do fato de que esse algo maior está dentro de uma história muito cotidiana. Porque isso é a vida. Você vivencia essas coincidências engraçadas e esses sinais.

Esse foi o nosso episódio de “Before Sunrise” (“Antes do Amanhecer”, filme de romance de 1995). Achei que ele foi maior do que a soma de suas partes. E o resto fica por conta dos espectadores.

Existe todo um universo entre aquilo que fazemos e o que as pessoas veem e sentem. Mas sei que, quando assisti ao episódio, eu adorei. Só pensei: “Uau”.

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