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6ª Temporada

The Walking Dead S06E13: 5 coisas que você pode ter perdido em “The Same Boat”

Ludmilla Peixoto

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS dos quadrinhos originais e do décimo terceiro episódio, S06E13 – “The Same Boat” (O Mesmo Barco), da sexta temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido ou lido, não continue. Você foi avisado!

Se você tivesse me dito lá na segunda temporada que eventualmente veríamos um episódio de The Walking Dead consistindo apenas em Carol e Maggie arrasando com tudo e pegando nomes, eu provavelmente teria gargalhado e rolado meus olhos. Contudo, foi exatamente isso que aconteceu essa semana no episódio 13 “The Same Boat” e foi completamente incrível.

Depois de serem capturadas por um grupo no final do episódio 12, fomos tratados com uma performance absoluta de uma vida inteira pela Carol em “The Same Boat”, sem mencionar alguns atos incríveis de Maggie. Mas no final das contas, não precisávamos ter nos preocupado com as duas damas, porque pelo tempo em que o Rick e o grupo finalmente aparece, Maggie e Carol já lidaram com os problemas. O episódio 13 pode ter focado em apenas alguns personagens, mas isso não significa que não havia muita coisa acontecendo. Então aperta os cintos e vem checar as cinco coisas que você pode ter perdido no episódio 13 “The Same Boat” de The Walking Dead.

1. Carol guiou o grupo até elas

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Eu tenho que admitir que eu me peguei quase acreditando no ato da Carol. No entanto, quem prestou bastante atenção notou que Carol estava fazendo algo muito deliberado com seus pés desde que elas foram levadas – deixando rastros para Daryl encontrá-las.

As proezas de Daryl como rastreador se provaram mais uma vez, quando ele diz pra Carol “nós achamos um rastro” assim que o grupo entra no local seguro dos Salvadores. Foi um movimento de gênio da Carol, e embora ela e Maggie tenham eliminado a ameaça quando o resto do grupo apareceu, ainda serviu para mostrar como ela pensa rápido.

2. Uma conhecida frase dos quadrinhos foi dita

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Nós já tivemos a confirmação de que Jeffrey Dean Morgan é nosso Negan, mas isso não impediu o show de tentar nos confundir a cada esquina com personagem atrás de personagem clamando ser o vilão – incluindo Primo ao fim do episódio.

No entanto, foi bem antes no episódio que a personagem Molly disse uma fala que saiu diretamente da série de quadrinhos quando ela disse a uma inquisitiva Carol “nós somos todos Negan”.

Essa fala apareceu originalmente na edição 97 dos quadrinhos, dita por um dos homens no grupo que para Rick e companhia no caminho de volta da colônia de Hilltop.

A fala é super icônica, mostrando até onde os Salvadores irão para proteger Negan – a ponto de alegarem ser ele para manter sua real identidade em segredo por quanto tempo for possível. A esse ponto, da perspectiva do grupo de Rick, parece incerto se Negan é uma pessoa em singular, ou se ele é apenas um tipo de invenção.

3. O show está no caminho para um finale da edição 100

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Algumas semanas atrás ficou claro que o episódio 11 da série estava seguindo a história das edições 95 e 96 dos quadrinhos muito proximamente. E a referência dessa semana da frase “somos todos Negan” parece indicar que o show seguiu grosseiramente a edição 97.

Obviamente o episódio 13 foi um grande desvio do material original, mas eu acho seguro assumir que o show está no caminho para alcançar o material das edições 98 e 99 nos próximos episódios, antes dos eventos da edição 100 no season finale.

Então o que isso significa? Bem, na edição 98 acontece um novo encontro com os Salvadores que resulta na morte de Abraham, e Eugene sendo tido como refém do lado de fora dos portões de Alexandria, o que inicia um tiroteio. E então, na edição 99, Maggie e Glenn decidem que querem se mudar para Hilltop por um futuro mais seguro para o bebê deles. Rick, Carl, Michonne, Heath, Glenn, Maggie e Sophia (que ainda está viva nos quadrinhos) partem para Hilltop, e a edição termina com o grupo sendo seguido pelos Salvadores, que planejam ataca-los.

Enquanto eu duvido que o show vá seguir a história dos quadrinhos de forma exata, isso pode significar que haverão duas mortes num futuro próximo. O futuro de Abraham parece o menos promissor, com a história do seu personagem alinhando muito com o que acontece nos quadrinhos. Entretanto, também temos a busca por suprimentos de Tara e Heath para considerar – estariam suas vidas também em perigo?

4. Estão nos mostrando lentamente o quão brutal Negan é

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Lá pela metade de “The Same Boat”, Michelle revela que parte do seu dedo mindinho foi amputado como punição por roubar combustível. Acontece que ela roubou combustível para procurar pelo namorado (que foi explodido por Daryl e companhia), mas foi pega e ficou permanentemente mutilada como resultado.

Apesar de ser uma cena curta, certamente serviu para mostrar para nós, espectadores, que a pessoa na liderança desse grupo é absolutamente cruel. E se isso é o que eles fazem como punição por roubar combustível para procurar pelo seu parceiro desaparecido, imagina o que eles farão quando pegarem as pessoas responsáveis por matar metade dos seus homens enquanto dormem?

5. Houve uma pequena indicação bem legal para a base real de Negan

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O complexo que vimos Rick e o grupo invadirem pode ter sido apenas um dos postos avançados de Negan, mas a fábrica onde Maggie e Carol foram presas certamente deu uma pequena indicação muito legal de onde pode ser a base de verdade.

Enquanto Maggie e Carol tentavam escapar, elas encontraram alguns walkers incapacitados espalhados pelo corredor. Carol ressalta que “eles estão usando os walkers para mantê-los dentro e manter os outros fora”. Enquanto isso foi um uso bem interessante para os walkers, também foi uma dica sobre o real acampamento de Negan, que possui um sistema parecido.

Na HQ, Negan e muitos de seus Salvadores vivem em uma enorme fábrica fortificada. A entrada da fábrica é altamente protegida com barreiras de carros, postes de amarração e walkers incapacitados por todo o perímetro. Existe apenas uma entrada na base, e é através de um caminho específico e muito pequeno. Por isso é perfeito tanto para manter os Salvadores dentro, quanto visitantes indesejados fora.

Bônus: Ainda MAIS cabeças esmagadas!

Diretamente da referência à Lucille no episódio 12, houve um momento no episódio 13 que só pode ser um massivo presságio: Maggie esmagando a cabeça da Molly. Depois que a velha senhora é mordida pelo corpo reanimado do seu colega, Maggie a mata esmagando brutalmente sua cabeça, espirrando sangue pra todo lado.

Isso tem que ser uma enorme provocação para o season finale quando Lucille, o taco de beisebol enrolado em arame farpado, está programada para ter um encontro com Glenn ou algum outro personagem principal, não é?

Qual foi a sua parte favorita do episódio? Notou mais alguma coisa bacana? Deixe tudo nos comentários abaixo.

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Fonte: Movie Pilot

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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