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THE WALKING DEAD 10 ANOS: Entrevista exclusiva com Jordan Woods-Robinson (Eric)

The Walking Dead completa 10 anos em outubro e, para comemorar, entrevistamos alguns atores. Confira nosso papo com Jordan Woods-Robinson.

Rafael Façanha

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To access the interview with Jordan Woods-Robinson in english, click here.

The Walking Dead completa 10 anos de história na TV no dia 31 de outubro de 2020. Em comemoração a essa marca histórica, entrevistamos vários atores que participaram da série ao longo dos anos. Essas entrevistas, que começaram a ser divulgadas no início de setembro e vão até o final de outubro, estão sendo lançadas diariamente. Elas se encerrarão com uma grande surpresa preparada exclusivamente para os fãs, com grande carinho.

Nosso convidado de hoje é Jordan Woods-Robinson, que interpretou Eric durante as temporadas 5, 6, 7 e 8. O ator nos contou sobre como foi trabalhar com Ross Marquand (Aaron), sobre como foi gravar a morte de Eric, sobre dar vida a um personagem LGBTQ+, sobre sua carreira como cantor e muito mais!

Sem mais delongas, confira nossa entrevista exclusiva com Jordan Woods-Robinson:

É uma honra conversar com você em um momento tão importante para The Walking Dead. Não é qualquer série que consegue chegar à marca de 10 anos. Comece contando para nós como foi fazer parte deste projeto. Como ele surgiu e como foi seu processo de audição? Você conhecia a série antes de conseguir o papel?

Jordan Woods-Robinson: Eu estava fora da cidade quando fiz o teste para o Eric de The Walking Dead. Eu fiz teste algumas vezes antes, mas não sabia muito sobre o papel para qual eu estava fazendo o teste, uma vez que todos os scripts que eles mandam são falsos. Eu fiz o teste pela primeira vez na cozinha dos avós da minha esposa. Eu esperei uma semana e soube que eles queriam outra fita então eu enviei. Após alguns dias esperando ansiosamente, eu recebi a ótima notícia de que eu estava dentro!

Eric ainda é muito lembrado por muitos fãs de The Walking Dead e sua morte ainda é muito lamentada. Como foi sua experiência com o personagem? Quando e como você ficou sabendo que ele iria morrer?

Jordan Woods-Robinson: Eric era uma alma sensível que amava apoiar seu parceiro e eu amava trazê-lo à vida. Ross era um parceiro de cena excepcional e eu sou muito sortudo de ter feito dupla com um cara tão bom. Na noite em que nos conhecemos, nós apenas sentamos na sacada do nosso hotel e compartilhamos histórias. Descobri que tínhamos muito em comum e eu ainda falo com ele com frequência.

Eu recebi uma ligação do Scott Gimple no começo da oitava temporada, enquanto filmávamos o primeiro episódio. Eu sabia que seria sobre a morte do Eric. Scott passou 45 minutos comigo no telefone falando sobre isso, sobre os motivos e como seria feito… E eu me senti completamente apoiado e nutrido. Eu acho que eles deram um adeus adorável e sincero à Eric e eu sou muito grato a todos os escritores que contribuíram com sua história.

Como foi sua preparação para a cena da morte de Eric? Como um ator se prepara para um momento como este? Se você pudesse escolher outra morte do Eric, como você gostaria que tivesse sido?

Jordan Woods-Robinson: Eu acho que Eric morreu exatamente da maneira certa. Eu não iria querer outra coisa. Ele passou anos em segurança e protegendo as pessoas de Alexandria, até ele perceber que a melhor maneira de protegê-los era lutando.

No dia em que filmamos a minha morte, o elenco e a equipe me apoiaram incrivelmente. Ross e eu passamos um tempo juntos. Tivemos espaço para conversar e tempo para nos conectar. Eu tinha uma playlist de músicas que eu estava ouvindo e anotações para o Aaron no meu bolso. Ross e o resto da equipe me apoiaram incrivelmente enquanto vivi meus últimos momentos e sou eternamente grato.

A presença de Eric foi marcante em The Walking Dead, entre outros motivos, pelo casamento bem-sucedido com Aaron. Conte para nós como foi a experiência em protagonizar um dos maiores casais LGBTQ+ da série?

Jordan Woods-Robinson: Estou muito orgulhoso de ter apoiado os direitos LGBTQ+ em um dos maiores programas do mundo. Desde o primeiro momento, Ross e eu vimos Eric e Aaron como parceiros em todos os sentidos da palavra: protegíamos um ao outro, éramos melhores amigos, éramos amantes, éramos iguais, nós sabíamos o que o outro precisava antes mesmo de falar.

Eu conheci tantos membros da comunidade LGBTQ+ graças a esse papel e estou orgulhoso de ter feito parte dessa história.

E como era a relação com Ross Marquand durante as filmagens? A química atrás das câmeras era tão boa quanto em cena?

Jordan Woods-Robinson: Oh meu deus. Eu sinto que eu já falei bastante do Ross, mas ele é a melhor pessoa. Ele faria de tudo por qualquer um, sem fazer perguntas. Ele é engraçado, charmoso, comunicativo, acessível e um ótimo ator. Passamos bastante tempo juntos dentro e fora das câmeras e o Ross é ótimo, uma ótima pessoa.

Uma crítica recorrente em The Walking Dead é a morte de personagens LGBTQ+. Eric, Tara, Jesus, entre outros personagens gays importantes, foram mortos ao longo das temporadas. Qual sua opinião? Você acha que falta representatividade na série?

Jordan Woods-Robinson: Antes de eu entrar para o programa, eu li que Robert Kirkman nomeava personagens com o mesmo nome e matava pessoas aleatoriamente (mesmo se eram personagens grandes ou influentes) porque era mais parecido com a vida real…. pessoas morrem sem esperar morrer e pessoas têm o mesmo nome às vezes. Estou orgulhoso de ter compartilhado esta representação com a comunidade LGBTQ + e trazer Eric à vida por 4 temporadas.

Sabemos que, além de um incrível ator, você também é membro do famoso Blue Man Group. Conte para nós como é este trabalho e como ele surgiu pra você.

Jordan Woods-Robinson: Sim! Blue Man Group é grande no Brasil! Eu entrei no Blue Man Group em 2007 em Nova York, depois Las Vegas e então Orlando. Quando terminei a faculdade, era o emprego dos meus sonhos e tive a sorte de conseguir um emprego que me manteria entretido por 13 anos.

Como é para você conciliar talentos como cantor e como ator? Você tem alguma preferência? Quais as vantagens e desvantagens de cada um?

Jordan Woods-Robinson: Eu sou músico desde que tinha 4 anos. Eu cresci tocando violino e tive uma carreira profissional durante quase toda minha juventude. Eu queria estudar atuação então me inscrevi na universidade de Nova York, onde tive a sorte de ser aceito. Eu aprendi que, como artista, colocar algo em espera não o mata. Apenas significa que, quando você voltar para esse projeto, sua paixão será ainda maior. Às vezes estou mais focado em música do que em atuação; às vezes, ao contrário. Como um artista, eu não quero forçar criatividade. Quando estou inspirado, eu trabalho. E quando estou inspirado, eu faço um trabalho melhor.

Olhando para o seu tempo na série, qual foi o episódio mais divertido de gravar? E qual o mais desafiador? Por quê?

Jordan Woods-Robinson: Eu penso em dois episódios que foram divertidos de gravar. Eu adorei minha cena no jantar de espaguete. Primeiro, eu pude comer… sempre uma vantagem. Era um tom diferente do que o programa tinha visto recentemente e eu adorei trabalhar com Ross e Norman. Segundo, eu adorei o dia em que um grupo nosso atravessou um rio remando para achar Oceanside, na sétima temporada. Era o dia do Halloween, o barco era de metal e estava congelando, e rimos muito enquanto Andy e Danai tentavam descobrir como nos levar para a outra margem remando.

Você lembra como foi o seu primeiro dia no set? E o seu último? Adoraríamos saber detalhes sobre como foi a recepção do elenco e também sua despedida!

Jordan Woods-Robinson: Minhas cenas mais desafiadores foram as cenas de luta na oitava temporada. Estava muito calor lá fora e eu estava com muitas camadas, correndo pelo pavimento atirando com uma arma. Eu queria dar uma de Andrew Lincoln e não ir pra dentro no ar condicionado ou até mesmo me sentar. Eu fiquei lá fora o dia todo, sentindo o calor e a gravidade da situação. Provavelmente suei quase 3 quilos. Mas também me lembro de sentar com o resto do elenco e estar imensamente orgulhoso do trabalho que estávamos fazendo.

Eric foi um dos personagens que foram adaptados dos quadrinhos de The Walking Dead. Você chegou a conhecer a versão dele na HQ? Se sim, o que achou das diferenças entre a versão televisiva do personagem e sua contraparte dos quadrinhos?

Jordan Woods-Robinson: A primeira pessoa que conheci no set de filmagens foi o Norman Reedus. Ele me deu um grande abraço e disse “bem-vindo à família”. Depois conheci o Andy e fiquei encantado com o quão doce e charmoso ele é.

No meu último dia no set, eu estava cercado de amor e apoio. Eu fui convidado para dar um discurso e pude compartilhar o significado de uma tatuagem que tenho, que é a interpretação de Salvador Dalí de Alice no País das Maravilhas. É a silhueta de uma jovem menina pulando corda. Para Dalí, era sua ideia de eterna juventude e inocência. Eu disse para o elenco que eu a fiz porque somos atores, sempre sendo solicitados a nos reinventar de projetos para projetos e eu não vi isso como o fim de um papel, mas sim o convite de achar uma nova experiência.

Se Eric tivesse sobrevivido por mais tempo na série, com quais personagens você gostaria que ele tivesse interagido? Existe algum ator/atriz específico com quem você gostaria de ter trabalhado mais durante seu período em The Walking Dead?

Jordan Woods-Robinson: Eu acho que Eric e Enid se dariam muito bem, queria ter visto mais dos dois juntos.

O Brasil tem passado por um período difícil de um pouco de descrédito para produções culturais. Temos perguntado isso para todos os envolvidos em The Walking Dead que temos a oportunidade de conversar, mas o seu caso é especial porque você se destaca em pelo menos duas frentes: na sua opinião, qual a importância da cultura e das produções no geral para passarmos pelo momento atual?

Jordan Woods-Robinson: Eu não sei muito sobre o que o Brasil está passando agora, mas eu acredito firmemente que atuação ensina lições de vida valiosas: colaboração, comunicação, reflexão… e que estudar atuação, em qualquer idade, irá apenas ajudar uma pessoa.

Sabemos que a pandemia adiou muitos projetos, e nós, fãs de The Walking Dead, estamos sofrendo porque a season finale da série foi afetada. Como a pandemia te afetou? Algum projeto que estava em andamento teve que ser adiado? E como você tem se cuidado?

Jordan Woods-Robinson: Eu tive alguns eventos infelizes que aconteceram devido à pandemia, mas sou muito sortudo de ter uma família saudável e uma comunidade solidária.

Para encerrar: aqui no Brasil sempre mandamos muito amor a todos que estão envolvidos em The Walking Dead. Os fãs brasileiros são muito apaixonados! Esse carinho chega de alguma maneira até você através de convenções ou redes sociais? Deixe um recado para os fãs do nosso país!

Jordan Woods-Robinson: Para todos os meus fãs brasileiros, obrigado por serem tão leais e tão energéticos. No Blue Man Group, ouvi muitas exclamações orgulhosas de “Brasil!” e “Parabéns”! Sua energia é linda e inspiradora. Obrigado!

REDES SOCIAIS DO JORDAN:

– Twitter: @jwoodsrobinson
– Instagram: @jwoodsrobinson
– Facebook: @jwoodsrobinson
– Site oficial: www.jordanwoods-robinson.com

AGRADECIMENTOS:

– Entrevista: Rafael Façanha & Bruno Favarini
– Tradução: Victoria Rodrigues & Rafaela Mazulquim
– Arte da capa: FORMES

ENTREVISTA ANTERIOR:

THE WALKING DEAD 10 ANOS: Entrevista exclusiva com Jason Douglas (Tobin)

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CRÍTICA | The Walking Dead S10E17 – “Home Sweet Home”: O inimigo agora é outro

Home Sweet Home foi o 17º episódio da décima temporada de The Walking Dead. Veja a nossa crítica ao episódio e discuta conosco.

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Maggie, Cole e Elijah andando na floresta em imagem do 17º episódio da 10ª temporada de The Walking Dead

Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do décimo sétimo episódio, S10E17 – “Home Sweet Home”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Em um episódio com claras limitações de produção por conta das restrições impostas pela Covid-19, The Walking Dead retornou para os seis episódios extras que completarão o enredo da 10ª temporada. E o primeiro deles, “Home Sweet Home”, foca em Maggie, que busca companheiros de comunidade para retornar para Alexandria, seu antigo doce lar.

Quando a produção de The Walking Dead anunciou os capítulos 17 a 22, a primeira coisa que me veio à cabeça foi que a ideia de esticar a história serviria para amarrar algumas pontas soltas no enredo, fazer flashbacks e pouco introduzir à história. No entanto, a impressão que “Home Sweet Home” deixou foi outra, a de que um inimigo pode colocar em risco os sobreviventes de Alexandria. Além disso, o embate – direto ou não – entre Maggie e Negan promete ser um dos grandes temperos deste retorno.

Com um elenco reduzido, tomadas um pouco maiores que o habitual para completar o tempo do episódio e alguns objetivos, novos e velhos, pelo caminho – como a introdução dos novos sobreviventes à comunidade e a busca por Connie – The Walking Dead nos traz estes seis episódios para matarmos as saudades do nosso elenco e da nossa história tão queridos.

Presente e futuro

Interessante a estratégia da produção de The Walking Dead em dar sequência à história com “Home Sweet Home”, mesmo correndo o risco de mexer com algo que está por vir na 11ª e última temporada. Mesmo com novas aventuras à vista, algumas lembranças também apareceram na nossa tela, até para nos relembrar de onde paramos na história. Um exemplo ocorre logo no começo do capítulo, quando Judith e Maggie interagem e falam sobre Michonne. A Samurai está em busca de Rick após receber algumas pistas de que o xerife pode estar vivo e a dupla conversa sobre a reação de R.J. e o papel da irmã mais velha, que diz à criança que eles estão olhando para as mesmas estrelas à noite.

Este momento doce é interrompido pelo tão esperado reencontro entre Maggie e Negan. O ex-Salvador e assassino de Glenn esteve muito perto de morrer pelas mãos da Viúva, mas quando ela chegou à cela em Alexandria para vingar a morte do marido, o homem havia fugido. Depois descobrimos que ele estava em uma missão dada por Carol para matar Alpha e tentar pôr fim ao confronto contra os Sussurradores. A própria Carol admite para Maggie, em “Home Sweet Home”, que o encontro com Negan não ocorreu por causa dela. As consequências desta história são bastante esperadas. Não nos decepcione, produção!

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Também somos lembrados sobre o triste destino de Hilltop, devastada pelo ataque dos Sussurradores. Maggie propôs levar os dois companheiros de viagem, Cole e Elijah, para o casarão, mas descobre que o lugar não existe mais e eles terão que ir para Alexandria junto com os outros sobreviventes. Cole é um personagem que chegou mostrando as caras, um sujeito que fala o que pensa e que, no capítulo, flertou com a inconveniência. A ver o comportamento do sujeito no porvir.

Elijah, por sua vez, tivemos a chance de conhecer no que seria o season finale da 10ª temporada, quando ele salva Gabriel da morte certa pelas mãos dos Sussurradores. Desta vez, conseguimos ver o rosto do rapaz, que em determinado momento parece sofrer ao chegar em certa localidade por, provavelmente, lembra-lo da irmã, que morreu. A conexão dele com Kelly parece ter sido imediata e é bom ficar de olho nessa nova amizade.

Por fim, a busca por Connie também deve mover nossos personagens. Kelly segue confiante de que a irmã está viva e Daryl parece ainda disposto a procurar pela amiga. Vale lembrar que ela se encontrou com Virgil após passar um tempo desaparecida. A irmã de Kelly foi soterrada junto com Magna depois da explosão de uma dinamite em uma jogada atrapalhada de Carol, que ainda estava perturbada pela morte de Henry, e voltou a aparecer no 16º episódio da 10ª temporada. O reencontro das irmãs (e de Connie com Daryl) também promete.

Novas histórias após Home Sweet Home

O que há muito todos nos perguntávamos, enfim foi respondido. Maggie esteve fora por todo este tempo ajudando outras comunidades com Georgie, mas, além disso, também passou um tempo com Hershel Rhee em uma casa isolada no litoral. A ideia da Viúva era tirar o sentimento de vingança de Negan da cabeça e, por isso, ela resolveu se afastar dos amigos.

No entanto, ela parece ter encontrado muitos obstáculos pelo caminho. Aqui é interessante notar que, mesmo que a personagem tenha ficado afastada da série por tanto tempo e, consequentemente, perdido tantos acontecimentos que nós acompanhamos, ela também passou pelos seus percalços, perdeu pessoas e encontrou uma nova família pelo caminho. Mesmo que não a tenhamos visto em tela, a personagem deixa claro que viveu suas experiências longe de Hilltop que a afetaram e ajudaram a se tornar a pessoa que é hoje.

No tempo em que esteve fora, Maggie perdeu muito. De longe ela soube da morte de pessoas próximas, como Jesus, Tara, Enid, do desaparecimento de Rick e, logo que voltou, soube da destruição de Hilltop. Isso tudo fez com que ela optasse por se afastar do ponto de encontro onde trocava correspondências com os amigos. Obviamente a estratégia de fugir dos problemas não deu certo e ela precisou voltar para ajudar a família a se reerguer.

Junto com a nova comunidade, Maggie traz na bagagem, também, um novo inimigo: os ceifadores. Pouco se sabe sobre as intenções ou o objetivo do grupo, que parece ser bastante violento, mas já tivemos a pista de que Maggie é o alvo. Quando o homem que atira nas sobreviventes da comunidade é encontrado, ele revela, antes de bancar o kamikaze, explodindo a si mesmo, que um tal de Papa marcou Maggie. Com certeza teremos momentos de tensão e perigo não só para ela, mas também para o pequeno Hershel e os sobreviventes de Alexandria.

Foi um capítulo que deixou uma série de boas impressões para o que vem por aí. Impossível não mencionar o calor no coração ao ver o filho de Maggie e Glenn são e salvo após estar em iminente perigo. E a semelhança do rapaz com o pai também impressiona! Curioso para saber como será a adaptação do jovem à Alexandria, onde ele deve encontrar novos amigos, como Judith, Gracie e R.J., e também deve dar de cara com o assassino de seu pai.

O que você achou de “Home Sweet Home”, e quais suas expectativas para os cinco episódios restantes? Deixe sua opinião nos comentários e vote na enquete abaixo!

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10ª Temporada

Trailer LEGENDADO dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead

Assista ao trailer dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead. Série retorna em 28 de Fevereiro!

Rafael Façanha

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daryl armado em imagem dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead

The Walking Dead está se preparando para retornar com 6 episódios extras da 10ª temporada e a AMC acaba de divulgar o trailer oficial para aquecer a ansiedade dos fãs.

Os novos episódios vão focar em determinados grupos de personagens e prometem responder algumas perguntas em aberto, como onde Maggie estava, o passado de Negan e sobre os soldados que cercaram o grupo de Eugene no final do episódio “A Certain Doom”.

Assista ao trailer de The Walking Dead:

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Títulos e sinopses dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead

Nesses episódios extras, encontraremos nossos sobreviventes tentando se reerguer após a destruição que os Sussurradores deixaram para trás. Os anos de luta pesam sobre eles e os traumas do passado ressurgem, expondo seus lados mais vulneráveis. Ao questionarem o estado da humanidade, o estado de sua comunidade coletiva e o estado de suas mentes, eles encontrarão a força interior para perseverar com suas vidas, amizades e grupo intactos?

A 11ª temporada de The Walking Dead – que tem previsão de estreia para Outubro deste ano – será a última da série inspirada nos quadrinhos de Robert Kirkman. Para dar uma despedida digna e épica ao universo zumbi, serão exibidos 24 episódios nesta parte final da história, oito a mais em relação aos tradicionais 16 capítulos divididos em duas partes que nos acompanharam na maioria das temporadas.

The Walking Dead retorna em 28 de Fevereiro com o episódio “Home Sweet Home”.


Legenda por: Guilherme Catai / Equipe The Walking Dead BR

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Anunciada data de retorno da 10ª temporada de The Walking Dead

Confira a data de estreia dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead. Série se encaminha para a reta final.

Rafael Façanha

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A AMC divulgou através de uma nova leitura de roteiro a data de retorno da 10ª temporada de The Walking Dead. Por conta da pandemia de COVID-19, a temporada ganhou 6 episódios extras.

A 10ª temporada de The Walking Dead retorna em 28 de Fevereiro de 2021. Os seis episódios extras, até certo ponto, vão seguir um formato de antologia, focados em personagens individuais ou pequenos grupos de personagens.

Já sabemos que pelo menos um desses episódios vai explorar o passado de Negan, provavelmente mostrando partes da HQ “Here’s Negan”. A atriz Hilarie Burton, esposa de Jeffrey Dean Morgan (Negan), foi anunciada recentemente no papel de Lucille (a esposa do personagem).

The Walking Dead é uma história que começou há 10 anos com um homem tentando encontrar sua família. Essa família cresceu e gradualmente as comunidades tomaram forma. Eles lutaram e sobreviveram, prosperaram e deram origem a uma nova geração. É um conto sobre a humanidade e há mais histórias para contar.

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