Robert Kirkman falou ao UOL sobre as diferenças entre os quadrinhos e a série e sobre a essência da história. Confira:

UOL – O seriado se afastou dos quadrinhos?
Robert Kirkman - Não acho que os quadrinhos são perfeitos, seria uma visão muito estreita. A televisão é uma mídia colaborativa. Estar numa sala de roteiristas com vários escritores colaborando é muito excitante para mim. É muito legal ver as mudanças. Eu apoio todas as mudanças que estão acontecendo.
UOL – Vamos saber quem é o pai da criança?
Kirkman - Bem, tentando deixar a história tão realista quanto possível, teste de paternidade não é algo que vai estar na floresta, certo? É interessante para mim explorar que há certas coisas que nunca descobriremos, que esses personagens não vão saber, como a origem dos zumbis.
UOL – Gosta de ver os zumbis que criou tornarem-se reais?
Kirkman - Não, não gosto. Vou ser honesto: quando estou no set, não aguento os zumbis porque eles são aterrorizantes! Eu sou molenga! Muita gente acha que, porque fiz esses quadrinhos e trabalho na série, vou adorar os zumbis. Quando eles estão no papel, posso lidar com eles. No set, é horrível.
UOL – A questão da humanidade dos zumbis, se eles devem ou não ser mortos, vai continuar sendo importante?
Kirkman - É a essência do que é o seriado. Eles não são apenas os monstros que querem te comer, são seus amigos e seus vizinhos, e há uma tremenda tragédia nisso. Acho que o sucesso tem a ver com esse fator: uma coisa é você sentir medo de um monstro, outra é sentir pena dele. Nos momentos em que você sente simpatia por aquele que está atacando os personagens, é quando realmente sinto que acertamos.
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Fonte: Uol / Dica da @ihatehorror
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Os zumbis não são humanos, mas ja foram um dia. Sinto uma especie de pena quando penso na situação em q eles estão, mas ao contrario do Hershel eu ficaria feliz quando matassem eles, é uma maneira de liberta-los.
Aquela vez q o Daryl achou aquele zumbi pendurado fiquei torcendo para q Daryl matasse ele logo, mesmo ele não podendo machucar ninguém.